SNOOPY’S SILLY SPORTS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Páscoa? Como assim já, ainda ontem era natal… De toda forma eu estou enrolando porque não preparei nada especial para esta data. Então vamos falar de algo super aleatório, que tal Snoopy? Tão bom quanto qualquer coisa, imagino…. Mas vamos deixando de embromação e dar uma olhada no jogo, certo?

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Você não foi chamado pro game, Charlie Brow.

Ainda que eu curta muito as tirinhas do Charlie Brow e sua turma, confesso que nunc a tinha jogado algum game do Snoopy. E devem existir vários, tem até no Atari! Mas por um acaso do destino acabei conhecendo justo um jogo de esportes com o cachorro feliz!

Ok, Snoopy’s Silly Sports Spetacular (do Nintendinho 8-bits) não tem nada de espetacular e está mais para uma versão água com açúcar de Track & Field. Tratasse de algumas provas “olímpicas” onde é necessário atingir uma pontuação mínima para passar para a próxima até ganhar umas merecidas medalhas por ficar apertando botões.

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Ó o parente do Snoopy aí!

Claro, o maior atrativo do game é mesmo a mascote que estrela o título, toda cheia de simpatia. Muito divertido inclusive que a cada prova aparece um desenho bem maneiro ilustrando a competição. Pena que o jogo é bem limitado e só aparecem três personagens: Snoopy, o primo do Snoopy que esqueci o nome como player 2/rival e o passarinho Woodstock fazendo às vezes de juiz.

Opa, já ia esquecendo-se de descrever as provas, que tem tudo a ver com olimpíadas: Arremesso de botas, Equilíbrio de pizzas; Derrubar o oponente do barco; Corrida do saco; Pular o rio com uma vara e; Pula-pula. Nada muito sensato, mas até que divertido, tudo acontecendo em cenários variados todos situados na Itália. Sim, bem pouquinha coisa, mas para os padrões da época era o que tinha.

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Dieta balanceada!

E isso é tudo o que há para dizer do game certo? Não claro que não, porque no Japão o game é um pouco diferente…!

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Quack!

Pois é! Antes de ir para o Ocidente o game foi lançado no Famicon como Donald Duck… O jogo em si é exatamente o mesmo, e exceto ter alguns patos – Donald, Margarida e algum sobrinho que não sei qual – como protagonistas. Talvez a única diferença além disso seja mesmo o idioma, que não atrapalha em nada que já não existe história alguma em nenhuma das versões.

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Dejavu!

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Dejavu 2!

O quê? Não curte nem Pato Donald nem Snoopy? Sem problemas meu amigo, por que…

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O original!

Ta-ram!!! Eis o game original de verdade, Alternative World Sports, do Commodore 64 e seus amigos computadores da época! Os personagens são mais simplórios e sem mascotes fofas, mas os cenários são bem mais complexos e ainda há duas provas (tipo pau-de-sebo e outro que não entendi direito subir paredes correndo)…

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Olha, também tem cachorro na competição aqui!

Quanta diversão, hein, gente? Aposto que pelo menos um desses games você não conhecia, mas eu estiver errado parabéns aí, que eu fiquei sabendo dessas coisas meio que recentemente. Então não se esqueçam de deixar um comentário aí que senão na próxima é o Asterix que vai ter jogo de olimpíada, ok? Ah e, e boa páscoa aí, pessoal!

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! O Snoopy compraria se cachorros comprassem livros…

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GODZILLA!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Godzilla! Vocês sabem, o monstro japonês que sai por aí destruindo Tóquio… E às vezes os Estados Unidos também. É vi recentemente o último filme americano e por isso estou falando dele… De toda forma, por causa do filme, eu me lembrei de um jogo do qual já tinha esquecido totalmente! E qual poderia ser o resultado disso? Vamos ver agora!

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Godzilla, só que não…

Olha só que filmão! Aquele outro filme do Godzilla que de godzilla tem muita pouca coisa! Pesadelo de muitos fãs do bichão e de qualidade duvidosa, a aventura do monstro deu grana o suficiente pra gerar uma animação que até que era aceitável… E o resultado disso foi um jogo baseado no desenho!

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Atire em tudo!

Na verdade, eu acabei conhecendo o título por ser um dos primeiros do Game Boy Color e é o que tinha de disponível na locadora. E como eu não tinha nada contra o show, porque não dar uma chance? Com vocês, Godzilla The Series!

Mas que jogo meia boca, viu? Nele, você controla o Zilla Junior – que na época se chamava Godzilla mesmo – e sai por aí socando, dando golpes coma cauda e, obviamente, cuspindo um treco radioativo ou algo assim nos muitos inimigos que aparecem na tela! O monstro é gigantesco e ocupa quase toda tela do portátil, de modo que não pode se desviar de nada que fica se jogando na cara dele a todo instante. Felizmente existe a opção de defender, e a energia do herói se recupera aos poucos quando não está detonando inimigos.

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Lame Boss.

Tudo muito lindo até aí, mas então vêm os defeitos: Zilla Jr. é super lento, ao contrário do desenho da TV. A musica só não é uma desgraça porque praticamente não existe e só faz presença durante os chefes. Pelo menos é uma aventura curta deve ter meia dúzia de fases e olha lá.

Mas acho que muita gente deve ter comprado o game, porque teve até sequencia, Godzilla Monster Wars. Que era praticamente a mesma coisa com uma ou outra melhoria. Eu me diverti muito mais quando conheci outro game do Godzilla, desta vez japonês.

 Godzilla (3)

Quê?!

E não, não era aquele com o Godzilla SD fofinho sokoban empurrando pedra, era outro!

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Gojiiraaaaa!!!

Agora sim! Kaiju-oh Gojira rules! Mas espera aí… É quase a mesma coisa que os jogos do Zilla Jr, só que em preto e branco!

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Sai daqui, prédio!

Não temam, pois as diferenças apesar de pequenas fazem do título um game muito melhor: Godzilla pode arrebentar os prédios que estão no caminho e de veem quando até aparece um power up dos escombros pra recuperar sua energia, e apesar de enorme o rei dos monstros pode se mover um pouquinho pela tela pra tentar desviar dos inimigos. São só cinco fases mas cada uma delas tem pelo menos cinco inimigos conhecidos do lagartão, de Batra a Jet Jaguar!

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Epic Boss!

Claro, a quantidade de chefes tem muito mais graça quando se conhece eles, mas mesmo não os conhecendo ainda são bichões muito mais amedrontadores/carismáticos que aqueles que apareceram nas aventuras norte-americanas do Zilla!

Mas hoje está acabando.  Não se divertiram lembrando dos filmes do rei dos monstros? O quê, nem sabia que existia jogos com a personagem? Mas isso tem de dúzias, dá pra escolher! De toda forma, não esqueçam aí de deixar um comentário que senão o Zilla ganha mais um filme pra aparecer comendo peixe… E afinal só assim eu saberei se falei alguma besteira, ok?

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Godzilla aprova!

GO GO ACKMAN!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Deixar as coisas pra depois? Não, mas vivo fazendo. E uma das pendências que eu tinha foi finalmente acabar de ler um gibi japonês que eu curto, mas que só tinha lido a metade demorou um século pra ir atrás do resto. E o que diabos isso tem a ver com videogame? Acontece que conheci essa história através de um game e… Vamos dar uma conferida aí, oras!

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Vai, Dragon Ba…

Conhece Go Go Ackman? Já apareceu aqui no Brasil em uma coletânea do desenhista de Dragon Ball, e eu achei muito maneiro quando isso aconteceu pois eu já conhecia o carinha lá do Super Nintendo japonês. Pois bem, o game tratasse de uma aventura de plataforma, onde o nosso (demônio) herói Trunks Ackman deve derrotar os vários inimigos pela frente e coletar suas almas que valem grana. No caminho dele estará sempre o Kuririn Tenshi, um anjo nervoso sempre pronto pra derrotar o inimigo mas sempre sem êxito.

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Detonando todo mundo!

A primeira coisa que chama a atenção na aventura é mesmo o traço das personagens, todos fiéis à arte de Dragon Ball Akira Toriyama. E, para quem acompanhou pelo menos metade da curta série do gibi é especialmente gratificante pois várias figurinhas marcam presença no game também. E não entendam mal, quem não conhece também vai curtir porque aqui é tudo simpático e até porque metade do que vai aparecer é novidade que literalmente não estava no gibi!

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Dragon Ball Boss!

Há quem diga que a jogabilidade do título lembre Mega Man, e eu não sei de onde tiraram essa ideia. Grande parte do tempo você utiliza apenas os punhos pra se defender, ainda que haja power ups como espada, revolver, bumerangue e indispensáveis bombas. De resto, o negócio é sempre seguir em frente pulando um ou outro precipício de vez em quando.

Opa, mas é claro: A aventura está cheia de chefes, sendo que cada fase tem um subchefe que normalmente é um conhecido do mangá. As batalhas não são as mais épicas do mundo, mas os chefes – lobisomem, monstro da lagoa, dragão, etc. – são grandes e carismáticos. E claro, o ultimo chefe é um robô e eu sou a ultima pessoa do mundo que pode reclamar disso.

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Last Boss!

Apesar de ser um jogo relativamente simples, daqueles que a gente zera numa tarde e só joga de novo se tiver muito amor por ele, é uma experiência muito divertida. E ainda rendeu duas continuações, a primeira onde uma banda de rock angelical são os inimigos e ainda o meu preferido Go Go Ackman 3 onde o demônio e o anjo são fugitivos e ficam presos um ao outro por meio de uma algema e precisam vencer os inimigos cooperativamente!


 Mas é isso por hoje. Perdoem qualquer besteira que eu possa ter dito por que afinal eu entendo é de jogo antigo e não muito de gibi japonês. E vejam aí se não se esquecem de deixar um comentário que senão vai rolar mais personagem de Dragon Ball nos próximos jogos, ok?

Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Por que sim, eu acho…

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CLAYFIGHTERS 63 1/3!

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Natal! Porque daí é feriado e sobra tempo pra colocar alguma novidade por aqui! He, até parece! De toda forma, nada mais conveniente nesta data do que a gente lembrar de algum game natalino, certo? Mas tem tão poucos… O jeito é falar de algum que, apesar de não ter o natal como temática principal ainda tem alguma referência à data, ok? Vamos ver no que é que dá então!

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Só para N(quase)64!

Lembram-se de Clayfighters? Nem conheceu? Pois tratasse de um jogo maneiro de luta onde as personagens são feitas de massinha! A série teve três jogos, sem contar as versões championship ou directors cut da vida sendo a terceira no célebre Nintendo 64 – por isso o nome Clayfighters 63 1/3, já que tudo no nesse console tinha 64 no título…

Além dos personagens com aparência de massinha, o jogo carrega um clima de humor duvidoso: Com certeza não é sério, mas nem sempre consegue ser engraçado. Está mais para besta mesmo, não que isso seja um defeito necessariamente.

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Muito massa…

Como todo jogo de luta, o esquema é sair na porrada contra seus oponentes. Aqui não rola nada de original até onde percebi, o que não significa que não role coisas divertidas, mesmo que já tenham aparecido em outros jogos do estilo. A estratégia para vencer é utilizar vários combos – Combo de menininha! Combo Meia Boca! Combo Idiota! – e encher suas três barrinhas de especial para habilitar um super combo… Tem também fatalities claytalities, que quase sempre consistem em cortar o oponente ao meio ou esmaga-lo, e muito sangue muita massinha voando quando o oponente é surrado, nada disso muito engraçado. Pelo menos os golpes das personagens sim são divertidos, de acordo com a personalidade de cada um deles.

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The Snowman!

E quem são estes lutadores? Desta vez temos o coelho-cyborg-Schwarzenegger; o homem puxa-puxa; a geleca verde; o fantasma com cabeça-de-abóbora e por assim vai… Alguns destes já apareceram anteriormente na série, enquanto boa parte é nova, mas a estrela do game continua sendo o boneco de neve do mal Bad Mr. Frosty!

Viram só que tinha alguma coisa natalina no jogo? Tá bom que tecnicamente tem mais a ver com neve do que com natal, mas desde o primeiro game o protagonista tem a meta de recuperar o reinado do Polo Norte pois foi expulso de lá pelo dono do pedaço, um tal de Noel.

Mas ei, se estas personagens não te agradam, ainda tem as participações de Earthworm Jim e Boogerman, celebridades de outras séries da empresa que produziu o jogo! Ah, é, e ainda tem finalmente a participação de ninguém mais ninguém menos que o arqui-inimigo do boneco de neve!

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Que diabo é isso?

Sumo Santa, o Noel Sumô! Mais gordo e sem roupa do que nunca, o maligno (?!) velhinho pretende dominar o mundo e coisa e tal, derrotando qualquer um que estiver no seu caminho… Como o cara está meio acima do peso, metade dos seus golpes são barrigadas enquanto os outros consistem em bengalas doces ou caixas de presente. Logicamente a arena dele é sua oficina, mais dark e sem cor do que nunca.

E isso lá é coisa que se faça com o Natal, gente? Mas não se desesperem, por ainda há esperanças para o game.

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Só na Blockbuster…

Ta-ram: Clayfighters 63 1/3 Sculptor’s Cut! A edição melhorada, com abertura cantada e personagens que foram planejados mas ficaram de fora na versão anterior. E era exclusividade da (Vídeo Locadora)       Blockbuster, só existia para locação – e hoje é uma raridade caríssima.

Opa, mas esta edição, além das melhoras, ainda mudou a história de algumas personagens: O protagonista de neve deixou de ser mal e agora, regenerado, luta bem apesar de ainda ter desavenças com o Noel… Já este, o Noel Sumô, perdeu a parte maligna também e só tem como objetivo cumprir sua meta anual de brinquedos para felicidade das crianças do mundo!

Ok, obviamente tratasse de uma estratégia para vender melhor o game, mas de toda forma é algo muito bonito, a redenção das personagens que estavam no caminho errado e ainda com o clima natalino!

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Do bem, mas ainda odiando um ao outro…

Então é isso, pessoal Não deixem de conferir o game nem que seja por causa da dublagem que conta com estrelas de peso como os dubladores americanos do Homer Simpson, Scooby-Doo e Ursinho Pooh, sem falar do apresentador das lutas que é o máximo! No mais, divirtam-se bastante nas festas de fim de ano e quem puder deixa aí um comentário como presente de natal pra mim, que eu acho que mereço não custa nada e nem precisa embrulhar, viram?

Eu sou o Becker e Bom Natal para todos! Por hoje e só e até!

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GANBARE GORBY!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Eleição?! Aí já não garanto, mas de qualquer forma estamos às vésperas de uma e a questão não é gostar mas escolher o candidato correto e essas coisas de cidadão correto. Mas claro que no tempo livre dá pra jogar um videogame pra se divertir, né? Nada mais lógico que falarmos então sobre algum título que tenha algum presidente como protagonista para entrarmos no clima, imagino. Então vamos lá!

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Vai, Gorby!!!

Na verdade eu não me lembro de nenhum game com presidente como herói… Pelo menos não presidente norte americano, muito menos brasileiro – Game By COLOR não conta. Mas sempre temos títulos como Ganbare Gorby! Não conhece o Gorby, seria o líder político da terra do Kirby? Pois tratasse do ex-comandante da extinta União Soviética, Mikhail Gorbachev. Aquele cujas políticas como a Perestroika quebraram antigas regras comunistas e tecnicamente destruíram o bloco socialista. Também é o cara que aparece no final do Zangief no Street Figther II.

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Tudo para o povo!

Mas o que diabos o herói da nação soviética faz no game? Oras, ele invade fabricas que produzem bens de subsistência como carne, pão e remédios, e distribui os itens para o sofrido povo que fica às portas todo choroso esperando pela bondade do nosso Gorby.

A produção da fabrica é transportada toda por esteiras cheias de desvios, e o jogador deve acionar botões que desviam o caminho dos itens que devem chegar às pessoas no fim da linha. Claro, sempre tem umas podreiras no caminho como veneno e pão embolorado que não deixam o povo muito feliz.

Mas ei, tem Game Gear também para fazer a felicidade das crianças soviéticas!

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Bronca neles! Discurso, discurso!

Como política não se faz sem adversários, cada fabrica tem camaradas amis tradicionalistas que não pretendem distribuir a riqueza com o povo, e os vilões estão prontos para impedir o político boa gente. Felizmente, Gorby vem equipado com um discurso feroz e literalmente grita com seus oponentes que ficam tontos dando tempo de acionar os devidos botões das instalações. Tipo, eu espero que ele esteja gritando, também pode estar cuspindo ou até vomitando nos inimigos, aí depende da sua interpretação.

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GOOD JOB!

Para dar um pouquinho mais de diversão ainda há itens que ajudam o herói, como alto falantes, guitarras e estrelas vermelhas que deixam o ataque mais forte. Depois de entregar todos os itens o povo fica feliz da vida e aparece um baita GOOD JOB na tela cheio de estrela e brilhando tudo colorido que até parece ataque de Pokémon que deixa as crianças passando mal.

A musica até que bem divertida, as personagens são fofas e a diversão garantida, mas o jogo em si é bem simples e nem tem muito mais do que pode ser falado sobre ele.

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Que que é isso?

Ah, é verdade: Ganbare Gorby só tem no Japão. Por aqui e no resto no mundo a gente teve que aguentar um tonto de Crazy Factory ou algo assim onde só se deram o trabalho de mudar o Gorby por um piá sem graça… Pra que, se os prédios russos dos cenários continuam lá?

Então, vai dizer que não curtiu o puzzle da Sega? Tem também um tal de Gorby’s no Pipeline do Nintendinho mas que eu acho bem chato inferior.

De toda forma, por hoje acabou que amanhã é dia de votar. E tratem de desde já ficar imaginando o seu candidato vencendo a eleição e um dia ganhando um desses games maneiros onde ele vai distribuir felicidade para toda nação brasileira! E se eu falei alguma besteira deixa um comentário aí que senão a Glasnost acaba não funcionando, viram?

Eu sou o Becker comprem meu livro aqui! Gorby o faria, se não estive lutando pelo povo!

GORBY (2)

MAGIC BOY!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Locadoras! Daquelas que tem games pra alugar, preferencialmente! E uma coisa maneira destes estabelecimentos são os pôsteres dos jogos que ficam lá enfeitando! Tá bom que nem tudo que é bonito no papel é igual no videogame, mas as gravuras normalmente são super maneiras. Vamos falar então de um jogo que eu conheci só por causa do pôster da locadora? Vamos sim!

magic boy (2)Abracadabra?

Magic Boy, claro! Vai dizer que não conhece… Eu via na locadora todo dia! Jogar é outra história e só fiz isso recentemente. Pois bem, aqui você controla um gordinho (bem mais bonito no poster que no game em si) que é um garoto mágico, mas diferente de um Harry Potter da vida aqui o herói pode fazer muita pouca coisa com sua varinha mágica – de fato, só consegue quebrar alguns blocos e tontear inimigos. Aliás, cada uma das fases consiste em derrotar todos os monstrinhos que ficam zanzando felizes pela tela. E mesmo quando se quebra certos blocos e aparece um power-up esse só torna mais fácil tontear os inimigos.

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Pega o monstro!

Peraí: Mas e dá pra derrotar eles com aquela varinha inútil? Dá sim, pois o garoto tem um… Saco de pano como arma secundária! Basta chegar perto do inimigo atordoado que ele é capturado! Mas não fique muito feliz que não é que nem Pokémon, as criaturas deste jogo acordam em poucos segundos, saem do saco e te tiram uma vida… O jeito é jogar o bicho antes, que ele vai cair para morte gritando. Juro que me parece um gato miando, mas pode ser só impressão minha.

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Choose your destiny…

Além disso, tudo ainda é preciso ficar atento com os perigos dos cenários, como blocos de gelo pra lá de escorregadios e molas que te empurram bem na cara dos inimigos. E não vamos nos esquecer do perigo mais mortal de toda história dos videogames antigos: Água! E qualquer pocinha à toa tira uma vida do seu herói impiedosamente… Será o Magic Boy parente do Cascão?

Finalmente, o game a cada mundo temático pode-se escolher as fases na ordem que você quiser, há alguns blocos de bônus nas fases que dão um maior desafio (só dão pontos como prêmio, sacanagem!) e gráficos até que bonitos. E aí acabam as coisas boas… A musica não tem tecnicamente nada de errado, mas é somente uma por mundo e na terceira fase eu já não aguentava mais ouvir nenhuma delas.

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O original!

Opa, vale dizer que o game é originário do Amiga, e ainda que tal versão tenha gráficos e musicas mais simplificadas ainda assim é maneirinho. Se você curte ficar ensacando monstros por aí, claro.

Mas já tá no fim, pessoal… Curtiram conhecer o game do gordinho feliz? Oras, se não foi assim vocês tem que me falar., né? Por isso não se esquecem de deixar um comentário aí que senão você tropeça e caí na poça d’água!

Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! É mágico!

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MICKEY’S ULTIMATE CHALLENGE!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Puzzles! Nada como um bom quebra-cabeça pra… Resfriar a cabeça. Hoje em dia tem sempre um Professor Layton disponível para se divertir, mas nem sempre foi assim. Claro, tem sempre os clássicos como Tetris e tal, mas variar um pouco é maneiro. Então hoje vamos falar de nada menos que um jogo de puzzle do Mickey Mouse! Quer saber por quê? Dá uma olhada a seguir!

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Ultimate mesmo, será?

Olhem só: Não se trata só de um game qualquer do camundongo, mas é o Ultimate Challenge! Pelo menos foi isso que o título da capa me prometeu, e não acho que os fabricantes iam ganhar muita coisa me enganando, né? De qualquer maneira, realmente se trata de um game com vários quebra-cabeças e… Espera aí que tem coisa errada nessa história! Ultimate Challenge o nariz do Mickey mouse!

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Um dos puzzles…

Que vários puzzles o quê! Tem meia dúzia e olha lá! Quem se importa com os 500 puzzles do Layton quando se tem o Mickey e seus seis… Nossa, isso me deixou extremamente revoltado a primeira (única) vez que aluguei o cartucho. Mas não vou mentir que, até eu descobrir que só tinha aquele pouquinho de conteúdo até que divertiu um pouco. Depois disso nunca mais quis ver o cartucho na minha frente, claro.

Como funciona o jogo? Tem o menor castelo do mundo, com somente cinco salas e cada uma delas tem um amigo super egoísta do Mickey – porque o reino está com problemas e em vez do pessoal resolver as coisas ficam pedindo pro herói fazer o trabalho deles. E basicamente é nisso que consistem os puzzles, ajudar o pessoal a cumprir suas tarefas enquanto eles ficam olhando pra você sem mover um dedo. Ah, você pode jogar com a Minie também, não que mude alguma coisa.

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Faxineira? Diarista? Pra quê, chama o Mickey!

AS super variadas tarefas consistem em arrumar umas poções empurrando elas; tirar pó de uns quadros (jogo da memória); achar livros flutuantes; consertar um vazamento de água escolhendo a ferramenta correta. Cumprir uma dessas tarefas vale ganhar um item que não te serve de nada até ajudar todo mundo, quando então você deve revisitar cada um e entregar um dos itens que ganhou – o que significa que a ultima tarefe é ser mensageiro desses caras que não saem do lugar nem pra devolver as coisas que emprestaram dos vizinhos!  

Está faltando um? Claro! A cada item devolvido você ganha em troca um feijão mágico, e de posse de todos é só plantar pra surgir um pé de feijão (lógico, de tomate que não seria) gigante, que leva às nuvens onde um gigante está dormindo e o ronco dele provoca terremotos no reino. O jeito é acorda-lo resolvendo um ultimo quebra cabeça montando a figura de um despertador.

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O ameaçador chefe final…

Moral da história: Todo mundo desse reino é preguiçoso e só pensa em si mesmo dependendo do pobre camundongo pra salvar a pele deles. O pior de tudo, é que tecnicamente é um jogo para criancinhas – por isso é tão curto. DE fato, apesar de eu ter odiado o game, este e semelhantes como Mickey’s Safari in Letterland ou Mickey’s Adventures in Playtown não podem ser considerados ruins porque foram feitos pra pessoas de 3 a 5 anos de idade.

Mas claro que não custava nada deixar essa informação estampada na caixa do jogo, bem grande. Crianças de mais 20 anos também curtem jogos do Mickey, afinal…

Em tempo, o jogo saiu pra tudo que é console como o Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e Master System. Alguns até dizem que este seria o ultimo lançamento do 8-Bit da Sega, mas não devem estar contando as joias da Tec Toy – imagino.

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Até o game boy entrou na dança!

Mas é isso pessoal! Não curtiu o jogo? Já o conhecia e também odiava? Ou vai dizer que adora, é o melhor do mundo e sou eu que não sei de nada? Aí só falando pra eu saber, né? Então não se esqueçam de comentar aí que senão semana que vem eu falo sobre Safari em Letterland, viram?

Eu sou o Becker e o compra meu livro aqui que é muito maneiro! Por hoje e só e até!

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