THE LEGEND OF ZELDA!

zelda

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Férias!  Mas o descanso acabou e eu estou de volta pra escrever pra vocês! E, como estava o mês passado pra resolver algumas pendências e ficar a toa fui lá e finalmente acabei o Zelda Ocarina of time e deixei de ser um herege! Só não me ametidei a começar uma master quest que ainda não estou nesse nível… De toda forma, já que tinha acabado essa missão, que tal jogar o Zelda original? Vamos ver no que deu isso!

Image A capa do jogo dá ênfase ao mapa. Porque será?!

Dos primórdios do Famicom Disk system surge o jogo em disquete com sistema de save sem usar passwords! Claro, depois saiu a versão americana em cartucho com bateria de saves e foi o primeiro jogo a usar essa tecnologia do futuro. Só por isso Zelda já é importantíssimo, mas a diversão que ele proporciona também é histórica!

Como todo mundo deve saber a esta altura, Zelda é a princesa raptada pelo vilão – do mal – que estava de olho na triforce até que a filha do rei quebra o artefato poderoso e supostamente esconde ele por todo o reino de Hyrule. Cabee ao herói Link reunir os pedaços para poder enfrentar o chato do vilão.

Ainda não entendi essa história, devo entender que os monstros que estão guardando os pedaços da triforce não são parceiros do vilão, então? Ou eles infestaram o lugar onde está o tesouro a procura dele? Seriam eles imparciais ou ainda do bem? De toda forma o jogo não te dá tempo de pensar nisso e te joga direto na aventura sem muita conversa nem explicação.

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Ah, mas a capinha japonesa era tão mais legal…

 O jogo consiste no mapa que é quase um labirinto, lotado de inimigos a cada tela prontos pra te exterminar. A maior parte do tempo a gente fica no mapa explorando o ambiente até finalmente achar um dos templos subterrâneos! E quando eu digo achar é achar mesmo, não é como se eles estivessem sinalizados no mapa, ou se alguém dissesse onde exatamente fica o próximo templo. Oras, eu pulei do primeiro templo para o segundo porque não achei o primeiro e fiquei perdido no mapa horas até conseguir acha-lo! Pessoalmente eu acho que o jogo consiste mesmo nesse mapa, quase todos os segredos estão nele e as poucas pessoas que você encontra te dão dicas vagas dos segredos que ele guarda – sequer há indicação de que parede as bombas explodem…

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Esses carinhas aí me mataram uma dúzia de vezes!

Sobrevivendo ao mapa é hora de entrar numa dungeon, normalmente até que curtinha e sem muitos puzzles complicados… Mas sempre lotada de inimigos e de vez em quando exigindo exterminar todos pra surgir um item (chaves, normalmente) ou abrir uma porta. Claro, sempre vai ter um chefe lá no finalzinho que sempre vai exigir uma habilidade ou arma específica que foi ganha durante o templo ou ainda no mapa. O que torna alguns destes monstros invencíveis e te obriga a deixar a dungeon – ou revira-la – até achar a droga da arma que é fraqueza do bicho. Lá pelo quinto templo tive que desistir porque a arma necessária estava escondida no primeiro templo! Ainda sobre os chefes, muitos deles são conhecidos e aparecem até hoje.

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Catar os pedaços da triforce é maneiro!

A fim de ajudar a sua sobrevivência existem muitos itens, como a essencial poção pra recuperar energia e o ainda mais essencial rupee pra comprar itens. De vez em quando os inimigos vencidos deixam uns dinheiros e uns corações, e de vez em nunca o fantástico relógio que para o tempo pra você detonar os outros inimigos. Claro que os inimigos também recuperam seus armamento, com bombas e flechas mas isso eu acho que é bem mais raro. E não vá esperando que aqui tenha potinhos pra se quebrar, aqui é só os inimigos mesmo. Ah, e se você tiver sorte as vezes vai aparecer uma fadinha pra recuperar sua energia. Não que você possa guardar ela pra usar depois…

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Dragão maldito!

Com o tempo, depois de tanto andar pelo mapa você acaba decorando as localidades e consegue se achar com facilidade. Mas é aí que a coisa complica, pois os templos ficam bem mais difíceis, apinhados dos inimigos mais chatos do mundo e vários chefes voltando pra se vingar… Tem templo com meia dúzia de chefes! E não é só, quando os chefes retornam normalmente estão mais fortes – o dinossauro volta com dois amigos, o dragão de duas cabeças volta com três e depois com quatro cabeças, por exemplo… Claro que a morte numa dungeon significa voltar ao começo dela, mas por sorte os chefes não ressuscitam!

Finalmente, de posse da triforce, é possível entrar na dungeon final que é a maior do jogo para encontrar a Zelda e ganhar a flecha de prata acabar com o lobisomem vilão até ele virar cinzas deixando a triforce dele de presente pra você!

Tecnicamente, pelo que pudemos ver, o jogo não tem quase nada de diferente de qualquer Zelda que a gente joga hoje em dia! Claro, tem o charme de 8-bits, com personagens minúsculos , dificuldade cruel e nenhum mapa pra você se guiar mas é diversão garantida!

 Ah, e no final tem tipo uma master quest te oferecendo a refazer o jogo no modo mais difícil. Foi mal Zelda, se vira aí que master quest não é comigo!

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O chefão vira pó… Que violência!

É isso aí, pessoal… Por favor tenham em mente que se eu fosse falar tudo que o jogo tem pra oferecer eu ia ter que escrever o dobro e provavelmente não faria jus ao jogo… Meu conselho é que vocês mesmo confiram, nem que seja dando uma olhada no youtube, certo? E lembrem aí de comentar que senão vem o monstro que engole o seu escudo e você tem que comprar outro, viram?

Eu sou o Becker e estou a fim é de jogar Super Robot Taisen! Por hoje e só e até!

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