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SNOOPY’S SILLY SPORTS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Páscoa? Como assim já, ainda ontem era natal… De toda forma eu estou enrolando porque não preparei nada especial para esta data. Então vamos falar de algo super aleatório, que tal Snoopy? Tão bom quanto qualquer coisa, imagino…. Mas vamos deixando de embromação e dar uma olhada no jogo, certo?

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Você não foi chamado pro game, Charlie Brow.

Ainda que eu curta muito as tirinhas do Charlie Brow e sua turma, confesso que nunc a tinha jogado algum game do Snoopy. E devem existir vários, tem até no Atari! Mas por um acaso do destino acabei conhecendo justo um jogo de esportes com o cachorro feliz!

Ok, Snoopy’s Silly Sports Spetacular (do Nintendinho 8-bits) não tem nada de espetacular e está mais para uma versão água com açúcar de Track & Field. Tratasse de algumas provas “olímpicas” onde é necessário atingir uma pontuação mínima para passar para a próxima até ganhar umas merecidas medalhas por ficar apertando botões.

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Ó o parente do Snoopy aí!

Claro, o maior atrativo do game é mesmo a mascote que estrela o título, toda cheia de simpatia. Muito divertido inclusive que a cada prova aparece um desenho bem maneiro ilustrando a competição. Pena que o jogo é bem limitado e só aparecem três personagens: Snoopy, o primo do Snoopy que esqueci o nome como player 2/rival e o passarinho Woodstock fazendo às vezes de juiz.

Opa, já ia esquecendo-se de descrever as provas, que tem tudo a ver com olimpíadas: Arremesso de botas, Equilíbrio de pizzas; Derrubar o oponente do barco; Corrida do saco; Pular o rio com uma vara e; Pula-pula. Nada muito sensato, mas até que divertido, tudo acontecendo em cenários variados todos situados na Itália. Sim, bem pouquinha coisa, mas para os padrões da época era o que tinha.

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Dieta balanceada!

E isso é tudo o que há para dizer do game certo? Não claro que não, porque no Japão o game é um pouco diferente…!

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Quack!

Pois é! Antes de ir para o Ocidente o game foi lançado no Famicon como Donald Duck… O jogo em si é exatamente o mesmo, e exceto ter alguns patos – Donald, Margarida e algum sobrinho que não sei qual – como protagonistas. Talvez a única diferença além disso seja mesmo o idioma, que não atrapalha em nada que já não existe história alguma em nenhuma das versões.

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Dejavu!

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Dejavu 2!

O quê? Não curte nem Pato Donald nem Snoopy? Sem problemas meu amigo, por que…

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O original!

Ta-ram!!! Eis o game original de verdade, Alternative World Sports, do Commodore 64 e seus amigos computadores da época! Os personagens são mais simplórios e sem mascotes fofas, mas os cenários são bem mais complexos e ainda há duas provas (tipo pau-de-sebo e outro que não entendi direito subir paredes correndo)…

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Olha, também tem cachorro na competição aqui!

Quanta diversão, hein, gente? Aposto que pelo menos um desses games você não conhecia, mas eu estiver errado parabéns aí, que eu fiquei sabendo dessas coisas meio que recentemente. Então não se esqueçam de deixar um comentário aí que senão na próxima é o Asterix que vai ter jogo de olimpíada, ok? Ah e, e boa páscoa aí, pessoal!

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! O Snoopy compraria se cachorros comprassem livros…

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GANBARE GORBY!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Eleição?! Aí já não garanto, mas de qualquer forma estamos às vésperas de uma e a questão não é gostar mas escolher o candidato correto e essas coisas de cidadão correto. Mas claro que no tempo livre dá pra jogar um videogame pra se divertir, né? Nada mais lógico que falarmos então sobre algum título que tenha algum presidente como protagonista para entrarmos no clima, imagino. Então vamos lá!

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Vai, Gorby!!!

Na verdade eu não me lembro de nenhum game com presidente como herói… Pelo menos não presidente norte americano, muito menos brasileiro – Game By COLOR não conta. Mas sempre temos títulos como Ganbare Gorby! Não conhece o Gorby, seria o líder político da terra do Kirby? Pois tratasse do ex-comandante da extinta União Soviética, Mikhail Gorbachev. Aquele cujas políticas como a Perestroika quebraram antigas regras comunistas e tecnicamente destruíram o bloco socialista. Também é o cara que aparece no final do Zangief no Street Figther II.

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Tudo para o povo!

Mas o que diabos o herói da nação soviética faz no game? Oras, ele invade fabricas que produzem bens de subsistência como carne, pão e remédios, e distribui os itens para o sofrido povo que fica às portas todo choroso esperando pela bondade do nosso Gorby.

A produção da fabrica é transportada toda por esteiras cheias de desvios, e o jogador deve acionar botões que desviam o caminho dos itens que devem chegar às pessoas no fim da linha. Claro, sempre tem umas podreiras no caminho como veneno e pão embolorado que não deixam o povo muito feliz.

Mas ei, tem Game Gear também para fazer a felicidade das crianças soviéticas!

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Bronca neles! Discurso, discurso!

Como política não se faz sem adversários, cada fabrica tem camaradas amis tradicionalistas que não pretendem distribuir a riqueza com o povo, e os vilões estão prontos para impedir o político boa gente. Felizmente, Gorby vem equipado com um discurso feroz e literalmente grita com seus oponentes que ficam tontos dando tempo de acionar os devidos botões das instalações. Tipo, eu espero que ele esteja gritando, também pode estar cuspindo ou até vomitando nos inimigos, aí depende da sua interpretação.

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GOOD JOB!

Para dar um pouquinho mais de diversão ainda há itens que ajudam o herói, como alto falantes, guitarras e estrelas vermelhas que deixam o ataque mais forte. Depois de entregar todos os itens o povo fica feliz da vida e aparece um baita GOOD JOB na tela cheio de estrela e brilhando tudo colorido que até parece ataque de Pokémon que deixa as crianças passando mal.

A musica até que bem divertida, as personagens são fofas e a diversão garantida, mas o jogo em si é bem simples e nem tem muito mais do que pode ser falado sobre ele.

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Que que é isso?

Ah, é verdade: Ganbare Gorby só tem no Japão. Por aqui e no resto no mundo a gente teve que aguentar um tonto de Crazy Factory ou algo assim onde só se deram o trabalho de mudar o Gorby por um piá sem graça… Pra que, se os prédios russos dos cenários continuam lá?

Então, vai dizer que não curtiu o puzzle da Sega? Tem também um tal de Gorby’s no Pipeline do Nintendinho mas que eu acho bem chato inferior.

De toda forma, por hoje acabou que amanhã é dia de votar. E tratem de desde já ficar imaginando o seu candidato vencendo a eleição e um dia ganhando um desses games maneiros onde ele vai distribuir felicidade para toda nação brasileira! E se eu falei alguma besteira deixa um comentário aí que senão a Glasnost acaba não funcionando, viram?

Eu sou o Becker comprem meu livro aqui! Gorby o faria, se não estive lutando pelo povo!

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MICKEY’S ULTIMATE CHALLENGE!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Puzzles! Nada como um bom quebra-cabeça pra… Resfriar a cabeça. Hoje em dia tem sempre um Professor Layton disponível para se divertir, mas nem sempre foi assim. Claro, tem sempre os clássicos como Tetris e tal, mas variar um pouco é maneiro. Então hoje vamos falar de nada menos que um jogo de puzzle do Mickey Mouse! Quer saber por quê? Dá uma olhada a seguir!

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Ultimate mesmo, será?

Olhem só: Não se trata só de um game qualquer do camundongo, mas é o Ultimate Challenge! Pelo menos foi isso que o título da capa me prometeu, e não acho que os fabricantes iam ganhar muita coisa me enganando, né? De qualquer maneira, realmente se trata de um game com vários quebra-cabeças e… Espera aí que tem coisa errada nessa história! Ultimate Challenge o nariz do Mickey mouse!

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Um dos puzzles…

Que vários puzzles o quê! Tem meia dúzia e olha lá! Quem se importa com os 500 puzzles do Layton quando se tem o Mickey e seus seis… Nossa, isso me deixou extremamente revoltado a primeira (única) vez que aluguei o cartucho. Mas não vou mentir que, até eu descobrir que só tinha aquele pouquinho de conteúdo até que divertiu um pouco. Depois disso nunca mais quis ver o cartucho na minha frente, claro.

Como funciona o jogo? Tem o menor castelo do mundo, com somente cinco salas e cada uma delas tem um amigo super egoísta do Mickey – porque o reino está com problemas e em vez do pessoal resolver as coisas ficam pedindo pro herói fazer o trabalho deles. E basicamente é nisso que consistem os puzzles, ajudar o pessoal a cumprir suas tarefas enquanto eles ficam olhando pra você sem mover um dedo. Ah, você pode jogar com a Minie também, não que mude alguma coisa.

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Faxineira? Diarista? Pra quê, chama o Mickey!

AS super variadas tarefas consistem em arrumar umas poções empurrando elas; tirar pó de uns quadros (jogo da memória); achar livros flutuantes; consertar um vazamento de água escolhendo a ferramenta correta. Cumprir uma dessas tarefas vale ganhar um item que não te serve de nada até ajudar todo mundo, quando então você deve revisitar cada um e entregar um dos itens que ganhou – o que significa que a ultima tarefe é ser mensageiro desses caras que não saem do lugar nem pra devolver as coisas que emprestaram dos vizinhos!  

Está faltando um? Claro! A cada item devolvido você ganha em troca um feijão mágico, e de posse de todos é só plantar pra surgir um pé de feijão (lógico, de tomate que não seria) gigante, que leva às nuvens onde um gigante está dormindo e o ronco dele provoca terremotos no reino. O jeito é acorda-lo resolvendo um ultimo quebra cabeça montando a figura de um despertador.

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O ameaçador chefe final…

Moral da história: Todo mundo desse reino é preguiçoso e só pensa em si mesmo dependendo do pobre camundongo pra salvar a pele deles. O pior de tudo, é que tecnicamente é um jogo para criancinhas – por isso é tão curto. DE fato, apesar de eu ter odiado o game, este e semelhantes como Mickey’s Safari in Letterland ou Mickey’s Adventures in Playtown não podem ser considerados ruins porque foram feitos pra pessoas de 3 a 5 anos de idade.

Mas claro que não custava nada deixar essa informação estampada na caixa do jogo, bem grande. Crianças de mais 20 anos também curtem jogos do Mickey, afinal…

Em tempo, o jogo saiu pra tudo que é console como o Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e Master System. Alguns até dizem que este seria o ultimo lançamento do 8-Bit da Sega, mas não devem estar contando as joias da Tec Toy – imagino.

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Até o game boy entrou na dança!

Mas é isso pessoal! Não curtiu o jogo? Já o conhecia e também odiava? Ou vai dizer que adora, é o melhor do mundo e sou eu que não sei de nada? Aí só falando pra eu saber, né? Então não se esqueçam de comentar aí que senão semana que vem eu falo sobre Safari em Letterland, viram?

Eu sou o Becker e o compra meu livro aqui que é muito maneiro! Por hoje e só e até!

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ANIVERSÁRIO!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Aniversário! Ok, o meu já passou então não vou pedir presente pra vocês. Mas sabem quem está um ano mais velho hoje? Oras, só um dos videogames mais queridos de todos os tempos!

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Parabéns pra você…

Isso mesmo! O Family Computer, vulgo Famicom, mais conhecido aqui como o Nintendinho japonês completa hoje 31 anos de existência! Tá bom que não é mais fabricado, mas isso não diminui sua nobreza e importância na história dos videogames!
Eu imagino que não preciso explicar muito sobre o console, certo? Foi onde surgiram clássicos do Super Mario, Mega Man, Ninja Gaiden, Contra e mais um sem número de séries que ainda hoje contam com vários títulos ou ainda influenciam a geração atual de games. Mas a história do aparelho é longa e conta com muitos fatos interessantes e títulos obscuros que acabaram passando despercebidos aqui pelo ocidente. Para estes casos, com certeza um ou outro já apareceram por aqui ou só estão esperando a chance de serem apresentado a vocês.

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Os vários acessórios do console!

Mas ei, aniversário não pede presente? Pois aí está o meu:

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Diretamente das páginas do Supertecnicamente!

A-há! Achou que eu fiquei sem postar nada por aqui durante vários meses porque estava no sofá comendo doce? Nada disso, eu estava preparando o Para Jogar o Ano Inteiro! Basicamente o que rola na obra é a mesma coisa que eu faço aqui, só que melhor escrita. No livro aparecem vários jogos de tudo que é console incluindo alguns bem recentes.
Claro, tecnicamente é uma publicação independente e eu não sou nem de longe o melhor escritor do mundo – que clássicos da literatura são Don Quixote de La Mancha ou Os Lusíadas – mas a intenção é divertir quem curte videogame e isso eu acho que consigo fazer mais ou menos direitinho, certo?
Opa, importante! Por enquanto só tem a venda no Clube dos Autores, onde podemos encontrar a versão e-book que sai mais barato que uma visita à lanchonete de shopping!
Com sorte em breve aparece em livrarias maiores, tenham certeza que avisarem todo mundo quando isso acontecer.

O quê, não quer pagar por algo que você vê de graça por aqui? Pelo menos convence um amigo a comprar, aí você emprestar dele pra ler!

 

Então é isso aí, gente! Parabéns ao querido Nintendinho e não se esqueçam de deixar comentário que senão acabo escrevendo outro livro tudo errado de volta, viram?
Eu sou o B  ecker e… Será que meu PS3 ainda funciona? Por hoje e só e até!

BATTLE SOCCER!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Futebol! Mentira deslavada, é claro que estou falando isso só pra aproveitar a copa do mundo que está acontecendo. E neste contexto sem vergonha, o mais lógico é falar de um jogo eletrônico do esporte, certo? E não, não vou falar (muito) de Megaman Soccer… Por que hoje os holofotes são para outros heróis!

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E viva os heróis

Pois é, meus amigos! Nada como um Great Battle pra alegrar as tardes no seu Super Nintendo – tecnicamente Super Famicom que essa série aí só no Japão mesmo. E como a série conta com os mais variados tipos de aventura como plataforma, tiro, navinha, RPG, puzzle e por assim vai, não é surpresa que tenha um joguinho de futebol também no currículo, certo?

O quê? Não expliquei que diabos é um Great Battle? Oras, é aquela série que junta gundams, ultramans e kamen riders lutando contra o mal ou competindo em esportes. Claro, todos eles baixinhos, cabeçudos e fofos incluindo vários vilões e personagens de suas séries. Deve ter tido uns vinte títulos no 16.-bit da Nintendo.

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Muitos gundams!

Ok, então você já entendeu do que se trata e deve imaginar como é o game, certo? A gente escolhe um dos times de heróis – ou vilões – e tem de fazer mais gols que o oponente. Para tanto o jeito é sair chutando a bola para os parceiros de time e utilizar o golpe especial turbinado pra derrubar quem estiver na frente. Falta? Pênalti? Que nada, aqui o que impera é a violência e ninguém é condenado por isso, de forma que o objetivo maior das partidas acaba sendo ficar o maior tempo possível com a bola para usar seus especial ou roubá-la do time rival entes que ele o faça.

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Muitos Kamen Riders!

Como já dito antes, temos gundams, ultraman e kamen riders na brincadeira, mas como esses caras são boa gente eles convidaram também a turma do Godzilla pra se divertir e… Na verdade foi esse o motivo pelo qual eu conheci o jogo em primeiro lugar, e até hoje me divirto horrores controlando a bola com o vilão King Ghidora.

                Controlando a bola? Que nada, metade desse jogo é sorte porque os passes não funcionam muito bem e a melhor estratégia é rezar pra bola cair bem na frente dos carinhas do seu time. Ei, eu disse que era divertido, não que era funcional! De toda forma, são oito times (um para cada herói e outro para cada vilão) e quatro campos diferentes (grama, deserto, espaçonave ou algo assim e espaço).

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Pra que tudo isso de número?

Como não tem muito mais que possa ser falado sobre o game, vale comentar que a cada vitória ganhasse alguns pontos de experiência para distribuir nos atributos de seus jogadores. Tudo no mais claro japonês, lógico! E se você acha que a língua nipônica é um empecilho, saiba que tem versões traduzidas “em casa” por aí, inclusive uma em português chamada “Futebol dos Heróis”. Quem diria!

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Sim, porque FORCA é uma habilidade essencial…

Mas então acabou, pessoal! Fiz o que pude aí e espero que tenham se divertido um pouquinho. E não se esqueçam de deixar comentário que senão Shadow Moon mete um especial no Rhodan e seu time perde, viram?

Eu sou o Becker e tenho surpresas guardadas para vocês! Por hoje e só e até!

THE KING OF DRAGONS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de…  Vídeo games antigos! Mas vejam bem que isso não impede de eu me divertir com jogos novos também… E claro que sempre rola comparação com os velhos. Não que os novos sejam melhores ou piores, mas aquela sensação de “eu já vi isso” – como quando conheci Assassins Creed e lembrei foi de Alladin do Mega Drive. De toda forma, vamos ver um jogo do qual eu lembrei esses dias que deve ser maneiro. Vamos lá.

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Pôster maneiro de fliperama!

Sendo fã de jogo em 2D estava me divertindo horrores no Dragons Crown e depois de levar muita bordoada dos dragões de lá rolou a lembrança de que eu também levava sova dos bichos em The King of Dragons! Aliás, não me lembro de nenhum dragão facinho que não complique minha vida mas não vem ao caso.

Cortesia da Capcom, a aventura do Arcade é o básico jogo de porradaria beat’em up só que medieval. Novidade nenhuma, a mesma empresa já tinha lançado Knigths of The Round anteriormente que era parecido mas menos fantasioso, sem tudo isso de ogros, goblins e feiticeiros.

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Mas nenhuma heroinazinha?

Sabendo da ambientação, resta conhecer os heróis disponíveis! O Guerreiro, O Mago, o Clérigo, o Anão e o Elfo. Note-se que todas as personagens são do gênero masculino, oque não me agrada mas é o que tinha pra ontem. Logicamente – mas nem sempre respeitado – cada uma das opções carrega vantagens e fraquezas, como o Clérigo tendo defesa alta mas sendo lento.

Em tempo, rola uma daquelas estorinhas mais bobas do mundo do tipo o Dragão do mal fez malvadeza e vai dominar o reino senão o mundo e mora lá longe só pra gente enfrentar uma dúzia de monstros lendários no caminho. Bobo, mas eu curto!

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Diversão em triplo!

Já que a aventura esta assim em clima de RPG, porque não o sistema de aumentar de nível? Pois tem, minha gente! No caminho tem vários baús cheios de grana, armadilhas e armamentos, e coletar estes faz quem sua espada/escudo/cajado suba um nível ficando mais forte. “Becker idiota, isso não é subir de nível” você tá falando aí mas tecnicamente não menti… Além do que acontece que os personagens também sobem de nível à medida que batem nos bichos. E o que é melhor, o nível vem automaticamente, não precisa ter que vencer o chefe antes como é comum por aí!

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Chefe final!

Falando em chefes… Tem um monte! Um monte mesmo! Só não tanto quanto as fases, umas 16 ou 18. Com tudo de fases, sempre rola o esquema chefe repetido de cor diferente mas tudo bem pra mim… Opa, mas não vá pensando que a aventura é imensa porque é até curta – as fases são curtíssimas!

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O Super marcando presença!

Não viu o jogo no árcade e tá com preguiça de buscar emulador ou ver no youtube? Pois em 1992 não tinham essas opções e o jeito era… Jogar a versão do Super Nintendo, êêê! Só aqui a coisa é mais embaixo: Enquanto o fliperama queria toda sua grana em fichas o cartucho coloca um limite de continues pra você ter zerar o jogo na raça. Por sorte, escondido nuns baús tem três yashichis (tipo um cata-vento frequente nos jogos antigos da Capcom) que te dão um continue a mais. Que pão-durice! Até nos jogadores economizaram, que no original pode ser até três simultâneos e em casa só pode dois.

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Viu? Com uma garota no lugar o final seria bem mais legal pra mim….

Pra finalizar, basta dizer que o jogo é divertido horrores, tanto o original como a versão caseira – que tem as animações de fundo simplificadas, como a falta da chuva de moedas durante os ataques do chefe final. Hoje pode não causar impacto pela simplicidade, já  que não tem sistema de combos e outras modernices, mas ei: Quando eu mato uma wivern hoje em dia eu tenho consciência que já fazia isso muitos anos atrás em The King of Dragons!

Mas então acabou, pessoal!  Quando estiverem a fim de uma fantasia medieval que seja curtinha esse jogo é minha recomendação. Em troca da informação, não se esqueçam de comentar aí que senão ao invés de dar item o baú explode quando você abre, viram?

Eu sou o Becker e ainda vou platinar Dragons Crown! Por hoje e só e até!

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KOLIBRI!

Image Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Ano Novo! E, seguindo a política de “ano novo, vida nova” hoje vamos falar de um vídeo game novo! Que PS4 oque, que eu não sou feito de grana e nem tenho interesse por jogo de guerra e zumbi: Quero dizer que vamos falar de um vídeo game que nunca apareceu por aqui – ou pelo menos de um jogo desse console. Vamos conferir então!

Image 32X Power!

Pra quem não teve a felicidade de conhecer o fantabuloso 32X da SEGA eu explico: O treco era uma aberração tecnológica, no mínimo… O Mega Drive estava no fim da vida, já tinha sido lançado o add-on que permitia o console ler CDs (Sega CD) e um tal de Sega Saturn estava no forno, e aí lançam mais um add-on que permitia o pobre Mega a rodar jogos de maior capacidade. Totalmente desnecessário, mas aconteceu. Até aí nada demais, vai que dava certo? Era só ter um monte de jogo maneiro e… bem, isso não aconteceu. Eu só consigo lembrar-se de umas duas menções honrosas, que pelo menos tentaram justificar o aparelho. Uma delas é o lindíssimo Kolibri.

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Só lindeza!

Como assim não curtiu os gráficos? São absolutamente um sonho! Talvez não hoje, mas naquela época era sim. Tá bom que talvez o próprio mega drive talvez pudesse ter aguentado o jogo mas esse não é o caso. Eu acho lindo o jogo desde que apareciam as imagens dele nos previews das revistas de vídeo game da época.

Kolibri, meus amigos, nada mais é que o ECCO The Dolphin do 32X – um jogo bonito com um herói fofo e a natureza de cenário. Isso é mais um ou outro detalhe bobo…

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Tipo, fogo?!

Não curte beija-flor não? Acha a maior breguice os bichinhos coloridos? Pois esse aqui não é qualquer passarinho, é um Beija-flor with lasers! Dane-se o golfinho do mega drive, aqui o herói saí detonando os inimigos como uma nave daqueles jogos de shmup navinha! Então logicamente os seus inimigos serão abelhas, moscas, joaninhas… sapos, cobras e uns bichos que nem sei oque são, todos vindo em enxames ou atirando na sua direção!

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Uma das muitas fases!

Claro, como todo jogo do gênero, no caminho tem uns Power ups pra mudar o tipo de tiro e tal, mas o jogo é super simples do tipo “ache a saída da fase”. Tem umas vinte delas, aliás. A cada fase nova é apresentado o nome da mesma junto com o password, oque é estranho porque estou acostumado a jogo de tiro sem esse tipo de frescura. Na verdade, ele, o jogo, me parece simples demais, não tem tiro carregado ou outros artifícios de um Gradius, por exemplo.  Pessoalmente eu prefiro jogos de tiro mais dinâmicos e menos labirínticos. Oras, nem chefes tem aqui! De toda forma, a aventura se passa por cenários como a floresta, subterrâneos, lagos, e por alguma razão templos tipo maia ou algo assim. E o jogo foi feito pra ressaltar o visual, não tem nenhum numero ou informação na tela pra não estragar a boniteza da brincadeira.

Ah, nem vou tentar explicar a história de pano de fundo porque eu não entendi. Tem uns cristais que dão poder pro passarinho e alguma coisa do mal matando o planeta. Acho.

Pois então: Não tem muito mais oque falar de Kolibri. É um jogo bonito e até competente, um dos melhores do 32X e tecnicamente o melhor jogo de tiro com beija-flor já feito!

É isso aí, pessoal… Falei pouco hoje, né? Pelo menos não levou dois meses pra escrever algo novo! Entretanto, lembrem-se de deixar um comentário aí, pra dizer que ficou bom ou pra xingar, que seja, senão o beija-flor de vocês leva um tiro da joaninha, viram?

Eu sou o Becker e tenho lembrando-se de um monte de jogo da SEGA… Por hoje e só e até!

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