TURTLES IN TIME!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Tartarugas Ninjas! E hoje em dia está fácil a vida de quem curte os heróis, pois tem série nova na TV e até filme novo estreando em breve. Mas e quanto aos videogames? Também tem um monte, dos quais muitos nem cheguei a conhecer mas nem precisava porque já tinha conhecido o melhor deles! Vamos dar uma olhada nele então?

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Turtle Power!

Não poderia ser outro senão o célebre (Teenage Mutant Ninja Turtles IV) Turtles in Time! Neste caso, a versão do Super Nintendo. Como ninguém tem obrigação de ter jogado – tem sim – não custa nada explicar: Aqui você controla um dos quatro heróis do desenho animado e saí por aí espancando os robôs, ninjas e monstros do mal. E cada tartaruga tem sua arma que afeta a jogabilidade.

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Porrada!

Precisa de alguma história pra justificar? Pois tem, os vilões roubam a estátua da liberdade e você tem de regatá-la e sem mais nem menos é mandado para o passado e é mais ou menos isso. Credo, é tão importante assim o roubo de um monumento? Se fosse eu o Destruidor podia ficar com a estátua gigante pra ele e tava tudo uma beleza

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Direto do fliper!

Assim como era mania na época de lançamento, o game tratasse de uma conversão do original dos fliperamas. Aí já viu: A parte gráfica e sonora é inferior e sempre tem coisa que ficam de fora na versão console, certo? Quase, porque apesar de tecnicamente tudo isso ser verdade a conversão é bem superior à original em muitos aspectos!

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Chefe exclusivo!

Primeiramente, agora as tartarugas têm cores diferentes pra gente não ficar confundindo elas na hora da luta. Muito pouco? Então coloca aí uma fase nova e mais cinco chefes inéditos! Note-se que o chefe final é diferente. E se tudo isso não é o bastante ainda tem o novo comando de arremessar os inimigos em direção à tela, o que já acontecia aleatoriamente no arcade e aqui é exigência para vencer um chefe.

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Remake…

Claro, no fliperama dá pra jogar com quatro pessoas ao mesmo tempo, é tudo mais bonito, cheio de explosões enormes (tudo explode nesse jogo), e com uma musica de abertura super maneira e tal, mas para mim a versão do Super é muito mais maneira! De toda forma nas duas versões o que não falta são os personagens com o mesmo traço do show da TV, e isso é muito maneiro.

E não vamos esquecer que Turtles in Time ainda teve um remake para 360 e PS3, até que muito bem feito e bonito… Mas baseado no arcade e sem o monte de adições divertidas do querido Super. Não que seja um game ruim, mas podia ser bem melhor.

Então é isso aí! Eu curti muito relembrar deste game e espero que todo mundo também tenha se divertido. E não se esqueçam de deixar um comentário aí senão a pizza que recupera energia explode!

Eu sou o Becker e… compra meu livro no link aqui! Por hoje e só e até!

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ANIVERSÁRIO!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Aniversário! Ok, o meu já passou então não vou pedir presente pra vocês. Mas sabem quem está um ano mais velho hoje? Oras, só um dos videogames mais queridos de todos os tempos!

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Parabéns pra você…

Isso mesmo! O Family Computer, vulgo Famicom, mais conhecido aqui como o Nintendinho japonês completa hoje 31 anos de existência! Tá bom que não é mais fabricado, mas isso não diminui sua nobreza e importância na história dos videogames!
Eu imagino que não preciso explicar muito sobre o console, certo? Foi onde surgiram clássicos do Super Mario, Mega Man, Ninja Gaiden, Contra e mais um sem número de séries que ainda hoje contam com vários títulos ou ainda influenciam a geração atual de games. Mas a história do aparelho é longa e conta com muitos fatos interessantes e títulos obscuros que acabaram passando despercebidos aqui pelo ocidente. Para estes casos, com certeza um ou outro já apareceram por aqui ou só estão esperando a chance de serem apresentado a vocês.

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Os vários acessórios do console!

Mas ei, aniversário não pede presente? Pois aí está o meu:

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Diretamente das páginas do Supertecnicamente!

A-há! Achou que eu fiquei sem postar nada por aqui durante vários meses porque estava no sofá comendo doce? Nada disso, eu estava preparando o Para Jogar o Ano Inteiro! Basicamente o que rola na obra é a mesma coisa que eu faço aqui, só que melhor escrita. No livro aparecem vários jogos de tudo que é console incluindo alguns bem recentes.
Claro, tecnicamente é uma publicação independente e eu não sou nem de longe o melhor escritor do mundo – que clássicos da literatura são Don Quixote de La Mancha ou Os Lusíadas – mas a intenção é divertir quem curte videogame e isso eu acho que consigo fazer mais ou menos direitinho, certo?
Opa, importante! Por enquanto só tem a venda no Clube dos Autores, onde podemos encontrar a versão e-book que sai mais barato que uma visita à lanchonete de shopping!
Com sorte em breve aparece em livrarias maiores, tenham certeza que avisarem todo mundo quando isso acontecer.

O quê, não quer pagar por algo que você vê de graça por aqui? Pelo menos convence um amigo a comprar, aí você emprestar dele pra ler!

 

Então é isso aí, gente! Parabéns ao querido Nintendinho e não se esqueçam de deixar comentário que senão acabo escrevendo outro livro tudo errado de volta, viram?
Eu sou o B  ecker e… Será que meu PS3 ainda funciona? Por hoje e só e até!

BATTLE SOCCER!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Futebol! Mentira deslavada, é claro que estou falando isso só pra aproveitar a copa do mundo que está acontecendo. E neste contexto sem vergonha, o mais lógico é falar de um jogo eletrônico do esporte, certo? E não, não vou falar (muito) de Megaman Soccer… Por que hoje os holofotes são para outros heróis!

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E viva os heróis

Pois é, meus amigos! Nada como um Great Battle pra alegrar as tardes no seu Super Nintendo – tecnicamente Super Famicom que essa série aí só no Japão mesmo. E como a série conta com os mais variados tipos de aventura como plataforma, tiro, navinha, RPG, puzzle e por assim vai, não é surpresa que tenha um joguinho de futebol também no currículo, certo?

O quê? Não expliquei que diabos é um Great Battle? Oras, é aquela série que junta gundams, ultramans e kamen riders lutando contra o mal ou competindo em esportes. Claro, todos eles baixinhos, cabeçudos e fofos incluindo vários vilões e personagens de suas séries. Deve ter tido uns vinte títulos no 16.-bit da Nintendo.

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Muitos gundams!

Ok, então você já entendeu do que se trata e deve imaginar como é o game, certo? A gente escolhe um dos times de heróis – ou vilões – e tem de fazer mais gols que o oponente. Para tanto o jeito é sair chutando a bola para os parceiros de time e utilizar o golpe especial turbinado pra derrubar quem estiver na frente. Falta? Pênalti? Que nada, aqui o que impera é a violência e ninguém é condenado por isso, de forma que o objetivo maior das partidas acaba sendo ficar o maior tempo possível com a bola para usar seus especial ou roubá-la do time rival entes que ele o faça.

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Muitos Kamen Riders!

Como já dito antes, temos gundams, ultraman e kamen riders na brincadeira, mas como esses caras são boa gente eles convidaram também a turma do Godzilla pra se divertir e… Na verdade foi esse o motivo pelo qual eu conheci o jogo em primeiro lugar, e até hoje me divirto horrores controlando a bola com o vilão King Ghidora.

                Controlando a bola? Que nada, metade desse jogo é sorte porque os passes não funcionam muito bem e a melhor estratégia é rezar pra bola cair bem na frente dos carinhas do seu time. Ei, eu disse que era divertido, não que era funcional! De toda forma, são oito times (um para cada herói e outro para cada vilão) e quatro campos diferentes (grama, deserto, espaçonave ou algo assim e espaço).

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Pra que tudo isso de número?

Como não tem muito mais que possa ser falado sobre o game, vale comentar que a cada vitória ganhasse alguns pontos de experiência para distribuir nos atributos de seus jogadores. Tudo no mais claro japonês, lógico! E se você acha que a língua nipônica é um empecilho, saiba que tem versões traduzidas “em casa” por aí, inclusive uma em português chamada “Futebol dos Heróis”. Quem diria!

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Sim, porque FORCA é uma habilidade essencial…

Mas então acabou, pessoal! Fiz o que pude aí e espero que tenham se divertido um pouquinho. E não se esqueçam de deixar comentário que senão Shadow Moon mete um especial no Rhodan e seu time perde, viram?

Eu sou o Becker e tenho surpresas guardadas para vocês! Por hoje e só e até!

WARIO LAND II!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Gameboy! Adoro, aliás, e tenho um monte de versões das quais eu pouco ou mal falei por aqui até agora – portanto chegou a hora de mudar isso e vamos abordar um pouco do sucessor do portátil: O glorioso Gameboy color!!! E nada mais justo que escolher um dos primeiros jogos lançados pra analisar, certo? Então vamos dar uma olhada agora mesmo!

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Capinha japonesa, que eu nem conhecia!

O Gameboy Color era do futuro! Que nada, o Game Gear já tinha cores faz tempo, mas eu nem nunca tinha visto um desses quando o portátil colorido da Nintendo saiu. Mas se a tecnologia não era assim tão revolucionária pelo menos os jogos prometidos me seduziam de monte, de forma que… Na verdade eu não tinha grana pra comprar um e continuei jogando o antigo por um tempo. Que triste, né? Mas a Nintendo era a boazinha e quando lançou Super Wario Land 2 fez um cartucho que funcionava tanto no novo colorido quanto no antigo em forma de tijolo – e investi meu dinheirinho suado no jogo e fui feliz ainda que tecnicamente atrasado na tecnologia!

ImageVai lá, Wario!

O herói vocês já devem conhecer: A cópia do Mal do Super Mario, que na verdade ficou mais ganancioso do que do mal com o passar do tempo… Que nem o Tio Patinhas, mas isso não tem nada a ver com o assunto. Pois o gordo bigodudo já tinha um jogo bem divertido no gameboy e a sequencia veio pra revolucionar o herói e torna-lo praticamente invencível. Literalmente!

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Vida de herói é fogo…

Wario é virtualmente invulnerável. Ele não tem barra de energia, nem vidas, e o jogo não tem game over porque simplesmente não morre. E aí é que está a genialidade do jogo: Os vários tipos de inimigos da aventura, apesar de não causar danos (normalmente tonteiam), causam status nem sempre desejásseis – inchar como um balão, virar uma boal de fogo, ficar amassado como um papel e por aí vai. E a diversão é o fato de você usar estes status pra explorar e avançar nas fases que não permitem progressão a menos que você esteja carregando um destes poderes temporários. Claro, alguns status na verdade te atrapalham e impedem de prosseguir e o jeito é desviar a todo custo dos inimigos neste caso.

Image Chefão no gameboy classic!

 Nos momentos em que não tiver nenhum inimigo especial no caminho o jeito é contar com uma ombrada nos obstáculos pela frente, incluindo os chefes! Estes, como não podem matar você, te jogam pra fora da tela e você tem que fazer um pedaço da fase de volta até a sala onde o bicho se encontra. Falando em chefes, não custa nada mencionar que aqui quem atazana a vida de Wario é nada menos que a Capitã Syrup e seus piratas. Piratas são legais, mas quando são mulheres usam um robô na batalha final são mais legais ainda!

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Megazord de pirata é assim, ué…

Lembram quando eu disse que se podia explorar as fases? Pois algumas tem mais de uma saída, oque leva a fases e chefes extras, possibilitando uns quatro finais diferentes. O jogo tem vários segredos, por exemplo já na primeira fase, onde Wario está dormindo enquanto os piratas assaltam o castelo dele: Basta não encostar no controle que o do bigode não acorda e a história segue por outro caminho .

Image Acorda aí!

Não vamos nos esquecer: O jogo rodava lindamente no Super Gameboy – cartucho que a gente ligava no Super Nintendo pra ver o jogo do portátil na tv – tinha uma moldura super maneira senão a mais legal que já vi nesse sistema!

Pois é, gente, acabou…  E então, todos conheciam esse jogo maneiro? Pois a sequencia também é bem divertida, pena que logo Wario voltou a ser mortal e vulnerável e perdeu um pouco da graça…. Mas não deixem de dar uma olha no jogo e nem se esqueçam de comentar aí que senão o cozinheiro pirata te deixa balofo, viram?

 Eu sou o Becker e passei o feriado jogando Wario Land 4! Por hoje e só e até!

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THE KING OF DRAGONS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de…  Vídeo games antigos! Mas vejam bem que isso não impede de eu me divertir com jogos novos também… E claro que sempre rola comparação com os velhos. Não que os novos sejam melhores ou piores, mas aquela sensação de “eu já vi isso” – como quando conheci Assassins Creed e lembrei foi de Alladin do Mega Drive. De toda forma, vamos ver um jogo do qual eu lembrei esses dias que deve ser maneiro. Vamos lá.

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Pôster maneiro de fliperama!

Sendo fã de jogo em 2D estava me divertindo horrores no Dragons Crown e depois de levar muita bordoada dos dragões de lá rolou a lembrança de que eu também levava sova dos bichos em The King of Dragons! Aliás, não me lembro de nenhum dragão facinho que não complique minha vida mas não vem ao caso.

Cortesia da Capcom, a aventura do Arcade é o básico jogo de porradaria beat’em up só que medieval. Novidade nenhuma, a mesma empresa já tinha lançado Knigths of The Round anteriormente que era parecido mas menos fantasioso, sem tudo isso de ogros, goblins e feiticeiros.

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Mas nenhuma heroinazinha?

Sabendo da ambientação, resta conhecer os heróis disponíveis! O Guerreiro, O Mago, o Clérigo, o Anão e o Elfo. Note-se que todas as personagens são do gênero masculino, oque não me agrada mas é o que tinha pra ontem. Logicamente – mas nem sempre respeitado – cada uma das opções carrega vantagens e fraquezas, como o Clérigo tendo defesa alta mas sendo lento.

Em tempo, rola uma daquelas estorinhas mais bobas do mundo do tipo o Dragão do mal fez malvadeza e vai dominar o reino senão o mundo e mora lá longe só pra gente enfrentar uma dúzia de monstros lendários no caminho. Bobo, mas eu curto!

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Diversão em triplo!

Já que a aventura esta assim em clima de RPG, porque não o sistema de aumentar de nível? Pois tem, minha gente! No caminho tem vários baús cheios de grana, armadilhas e armamentos, e coletar estes faz quem sua espada/escudo/cajado suba um nível ficando mais forte. “Becker idiota, isso não é subir de nível” você tá falando aí mas tecnicamente não menti… Além do que acontece que os personagens também sobem de nível à medida que batem nos bichos. E o que é melhor, o nível vem automaticamente, não precisa ter que vencer o chefe antes como é comum por aí!

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Chefe final!

Falando em chefes… Tem um monte! Um monte mesmo! Só não tanto quanto as fases, umas 16 ou 18. Com tudo de fases, sempre rola o esquema chefe repetido de cor diferente mas tudo bem pra mim… Opa, mas não vá pensando que a aventura é imensa porque é até curta – as fases são curtíssimas!

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O Super marcando presença!

Não viu o jogo no árcade e tá com preguiça de buscar emulador ou ver no youtube? Pois em 1992 não tinham essas opções e o jeito era… Jogar a versão do Super Nintendo, êêê! Só aqui a coisa é mais embaixo: Enquanto o fliperama queria toda sua grana em fichas o cartucho coloca um limite de continues pra você ter zerar o jogo na raça. Por sorte, escondido nuns baús tem três yashichis (tipo um cata-vento frequente nos jogos antigos da Capcom) que te dão um continue a mais. Que pão-durice! Até nos jogadores economizaram, que no original pode ser até três simultâneos e em casa só pode dois.

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Viu? Com uma garota no lugar o final seria bem mais legal pra mim….

Pra finalizar, basta dizer que o jogo é divertido horrores, tanto o original como a versão caseira – que tem as animações de fundo simplificadas, como a falta da chuva de moedas durante os ataques do chefe final. Hoje pode não causar impacto pela simplicidade, já  que não tem sistema de combos e outras modernices, mas ei: Quando eu mato uma wivern hoje em dia eu tenho consciência que já fazia isso muitos anos atrás em The King of Dragons!

Mas então acabou, pessoal!  Quando estiverem a fim de uma fantasia medieval que seja curtinha esse jogo é minha recomendação. Em troca da informação, não se esqueçam de comentar aí que senão ao invés de dar item o baú explode quando você abre, viram?

Eu sou o Becker e ainda vou platinar Dragons Crown! Por hoje e só e até!

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KOLIBRI!

Image Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Ano Novo! E, seguindo a política de “ano novo, vida nova” hoje vamos falar de um vídeo game novo! Que PS4 oque, que eu não sou feito de grana e nem tenho interesse por jogo de guerra e zumbi: Quero dizer que vamos falar de um vídeo game que nunca apareceu por aqui – ou pelo menos de um jogo desse console. Vamos conferir então!

Image 32X Power!

Pra quem não teve a felicidade de conhecer o fantabuloso 32X da SEGA eu explico: O treco era uma aberração tecnológica, no mínimo… O Mega Drive estava no fim da vida, já tinha sido lançado o add-on que permitia o console ler CDs (Sega CD) e um tal de Sega Saturn estava no forno, e aí lançam mais um add-on que permitia o pobre Mega a rodar jogos de maior capacidade. Totalmente desnecessário, mas aconteceu. Até aí nada demais, vai que dava certo? Era só ter um monte de jogo maneiro e… bem, isso não aconteceu. Eu só consigo lembrar-se de umas duas menções honrosas, que pelo menos tentaram justificar o aparelho. Uma delas é o lindíssimo Kolibri.

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Só lindeza!

Como assim não curtiu os gráficos? São absolutamente um sonho! Talvez não hoje, mas naquela época era sim. Tá bom que talvez o próprio mega drive talvez pudesse ter aguentado o jogo mas esse não é o caso. Eu acho lindo o jogo desde que apareciam as imagens dele nos previews das revistas de vídeo game da época.

Kolibri, meus amigos, nada mais é que o ECCO The Dolphin do 32X – um jogo bonito com um herói fofo e a natureza de cenário. Isso é mais um ou outro detalhe bobo…

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Tipo, fogo?!

Não curte beija-flor não? Acha a maior breguice os bichinhos coloridos? Pois esse aqui não é qualquer passarinho, é um Beija-flor with lasers! Dane-se o golfinho do mega drive, aqui o herói saí detonando os inimigos como uma nave daqueles jogos de shmup navinha! Então logicamente os seus inimigos serão abelhas, moscas, joaninhas… sapos, cobras e uns bichos que nem sei oque são, todos vindo em enxames ou atirando na sua direção!

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Uma das muitas fases!

Claro, como todo jogo do gênero, no caminho tem uns Power ups pra mudar o tipo de tiro e tal, mas o jogo é super simples do tipo “ache a saída da fase”. Tem umas vinte delas, aliás. A cada fase nova é apresentado o nome da mesma junto com o password, oque é estranho porque estou acostumado a jogo de tiro sem esse tipo de frescura. Na verdade, ele, o jogo, me parece simples demais, não tem tiro carregado ou outros artifícios de um Gradius, por exemplo.  Pessoalmente eu prefiro jogos de tiro mais dinâmicos e menos labirínticos. Oras, nem chefes tem aqui! De toda forma, a aventura se passa por cenários como a floresta, subterrâneos, lagos, e por alguma razão templos tipo maia ou algo assim. E o jogo foi feito pra ressaltar o visual, não tem nenhum numero ou informação na tela pra não estragar a boniteza da brincadeira.

Ah, nem vou tentar explicar a história de pano de fundo porque eu não entendi. Tem uns cristais que dão poder pro passarinho e alguma coisa do mal matando o planeta. Acho.

Pois então: Não tem muito mais oque falar de Kolibri. É um jogo bonito e até competente, um dos melhores do 32X e tecnicamente o melhor jogo de tiro com beija-flor já feito!

É isso aí, pessoal… Falei pouco hoje, né? Pelo menos não levou dois meses pra escrever algo novo! Entretanto, lembrem-se de deixar um comentário aí, pra dizer que ficou bom ou pra xingar, que seja, senão o beija-flor de vocês leva um tiro da joaninha, viram?

Eu sou o Becker e tenho lembrando-se de um monte de jogo da SEGA… Por hoje e só e até!

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MEGA MAN!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de…  Megamanl Há, achou que eu ia falar de Ano Novo e tal por causa da data né? Mas como o ano está no fim não custa nada falar um pouco do robozinho herói. Claro que tem uns trinta jogos do herói pra escolher mas hoje vamos ver um escolhido a dedo por um motivo especial que é surpresa e só lendo pra saber qual. Vamos lá então!

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Tem disso, é?

Mega Man! Só que o outro jogo, não o original do nintendinho e sim a raríssima versão do Game Gear… Já conheciam? Pois saibam que muita gente nunca viu esse jogo – nem foi lançado no Japão – e a Capcom sempre que pode faz questão de esquecer-se da existência dele, que maldade!

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Os vilões da vez.!

Pra quem não sabe, as aventuras do herói nos portáteis é lugar comum, e teve cinco versões no Game Boy. Destas, somente o ultimo era um jogo original sendo que os anteriores eram versões “espremidas” dos jogos de console com um ou dois chefes novos e era regra cada jogo ter quatro chefes de um jogo e quatro de outro de forma que o primeiro Megaman World é a fusão dos Megaman 1 e 2 e por assim vai mais ou menos. Logicamente, tudo em preto e branco esverdeado.

Mas Game Gear tem cor, então já pode imaginar como é o jogo!

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Cadê o chãooooo?

Seguindo o conceito dos jogos do portátil Nintendo esse cartucho conta com inimigos do Megaman 4 e 5, oque prometia ser muito maneiro só que o jogo em si é bastante diferente dos do gameboy… São na verdade são as mesmas fases dos jogos originais, sem nenhuma remodelação nem nada. Só que os jogos originais não cabem na telinha, ia ficar tudo pequenininho difícil de ver, e o jeito foi colocar scrolling vertical – você só vê um pedaço da tela e tem um monte de coisa acima, tipo que nem no Super Mario De luxe, lembra-se disso? Só que Mario era tudo pensado estrategicamente e tal e aqui não, portanto vira e mexe você pula, a tela te acompanha, você fica vendo o céu e as estrelas e depois cai numa cama de inimigos ou espinhos mortais. Lindo! Nada que decorar as fases depois de alguns game overs não resolva.

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Isso aí me dava o maior medo…

Calma que as coisa melhoram! Depois de lutar com os quatro chefes iniciais você tem que enfrentar a fortaleza do Cossack, apesar dele não aparecer nesse jogo, e enfrentar mais dois chefinhos durante o caminho. Aí, sem mais nem menos (normalmente teria um chefe nessa hora) você é transportado para o castelo do Doutor Wily para fase final! E aí que a coisa fica boa.

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Cadê teu robozão, Wily?

Como todos devem saber, desde praticamente sempre a batalha contra o vilão consiste em detonar a navezona/tanque/robozão que explode e então temos que enfrentar o velhinho louco na sua navinha que quando destruída o faz cair e pedir perdão, certo? Pois então: Aqui não tem robozão nem nada, vai direto pra navinha… E quando ela explode o Dr. Wily não cai, explode junto! Não porque ele aparece na tela final do jogo, mas dá a impressão.

Ah, e vencido o vilão, a fortaleza do Cossack explode! Não devia ser a fortaleza final?

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Achei que tinha morrido…

Só diversão, hein? Vale ainda dizer que várias musicas estão trocadas em comparação com os jogos originais, mas deve ser coisa que só os fãs fervorosos vão perceber. Enfim, depois dessas estranhasses está claro que não teve o dedo da Capcom na produção desse jogo. E quando ouvirem falar mal dele não prestem muita atenção, que diferente não quer dizer tecnicamente ruim – e é oque tinha na época pros donos de Game Gear, oras!

Acabou hoje, pessoal! E o ano praticamente também! Então deixem comentários aí que senão a fortaleza nada a ver com a batalha afinal explode e .. Ei, falta comentar que durante os créditos finais do jogo rola nada mais nada menos que um showzinho de fogões de artifício! Não é conveniente para a data?

Eu sou o Becker e Feliz 2014! Por hoje 2013 é só e até!

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