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GO GO ACKMAN!

  GoGoAckman (1)

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Deixar as coisas pra depois? Não, mas vivo fazendo. E uma das pendências que eu tinha foi finalmente acabar de ler um gibi japonês que eu curto, mas que só tinha lido a metade demorou um século pra ir atrás do resto. E o que diabos isso tem a ver com videogame? Acontece que conheci essa história através de um game e… Vamos dar uma conferida aí, oras!

 GoGoAckman (2)

Vai, Dragon Ba…

Conhece Go Go Ackman? Já apareceu aqui no Brasil em uma coletânea do desenhista de Dragon Ball, e eu achei muito maneiro quando isso aconteceu pois eu já conhecia o carinha lá do Super Nintendo japonês. Pois bem, o game tratasse de uma aventura de plataforma, onde o nosso (demônio) herói Trunks Ackman deve derrotar os vários inimigos pela frente e coletar suas almas que valem grana. No caminho dele estará sempre o Kuririn Tenshi, um anjo nervoso sempre pronto pra derrotar o inimigo mas sempre sem êxito.

 GoGoAckman (1)

Detonando todo mundo!

A primeira coisa que chama a atenção na aventura é mesmo o traço das personagens, todos fiéis à arte de Dragon Ball Akira Toriyama. E, para quem acompanhou pelo menos metade da curta série do gibi é especialmente gratificante pois várias figurinhas marcam presença no game também. E não entendam mal, quem não conhece também vai curtir porque aqui é tudo simpático e até porque metade do que vai aparecer é novidade que literalmente não estava no gibi!

 GoGoAckman (2)

Dragon Ball Boss!

Há quem diga que a jogabilidade do título lembre Mega Man, e eu não sei de onde tiraram essa ideia. Grande parte do tempo você utiliza apenas os punhos pra se defender, ainda que haja power ups como espada, revolver, bumerangue e indispensáveis bombas. De resto, o negócio é sempre seguir em frente pulando um ou outro precipício de vez em quando.

Opa, mas é claro: A aventura está cheia de chefes, sendo que cada fase tem um subchefe que normalmente é um conhecido do mangá. As batalhas não são as mais épicas do mundo, mas os chefes – lobisomem, monstro da lagoa, dragão, etc. – são grandes e carismáticos. E claro, o ultimo chefe é um robô e eu sou a ultima pessoa do mundo que pode reclamar disso.

GoGoAckman (3)

Last Boss!

Apesar de ser um jogo relativamente simples, daqueles que a gente zera numa tarde e só joga de novo se tiver muito amor por ele, é uma experiência muito divertida. E ainda rendeu duas continuações, a primeira onde uma banda de rock angelical são os inimigos e ainda o meu preferido Go Go Ackman 3 onde o demônio e o anjo são fugitivos e ficam presos um ao outro por meio de uma algema e precisam vencer os inimigos cooperativamente!


 Mas é isso por hoje. Perdoem qualquer besteira que eu possa ter dito por que afinal eu entendo é de jogo antigo e não muito de gibi japonês. E vejam aí se não se esquecem de deixar um comentário que senão vai rolar mais personagem de Dragon Ball nos próximos jogos, ok?

Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Por que sim, eu acho…

GoGoAckman (1)

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MICKEY’S ULTIMATE CHALLENGE!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Puzzles! Nada como um bom quebra-cabeça pra… Resfriar a cabeça. Hoje em dia tem sempre um Professor Layton disponível para se divertir, mas nem sempre foi assim. Claro, tem sempre os clássicos como Tetris e tal, mas variar um pouco é maneiro. Então hoje vamos falar de nada menos que um jogo de puzzle do Mickey Mouse! Quer saber por quê? Dá uma olhada a seguir!

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Ultimate mesmo, será?

Olhem só: Não se trata só de um game qualquer do camundongo, mas é o Ultimate Challenge! Pelo menos foi isso que o título da capa me prometeu, e não acho que os fabricantes iam ganhar muita coisa me enganando, né? De qualquer maneira, realmente se trata de um game com vários quebra-cabeças e… Espera aí que tem coisa errada nessa história! Ultimate Challenge o nariz do Mickey mouse!

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Um dos puzzles…

Que vários puzzles o quê! Tem meia dúzia e olha lá! Quem se importa com os 500 puzzles do Layton quando se tem o Mickey e seus seis… Nossa, isso me deixou extremamente revoltado a primeira (única) vez que aluguei o cartucho. Mas não vou mentir que, até eu descobrir que só tinha aquele pouquinho de conteúdo até que divertiu um pouco. Depois disso nunca mais quis ver o cartucho na minha frente, claro.

Como funciona o jogo? Tem o menor castelo do mundo, com somente cinco salas e cada uma delas tem um amigo super egoísta do Mickey – porque o reino está com problemas e em vez do pessoal resolver as coisas ficam pedindo pro herói fazer o trabalho deles. E basicamente é nisso que consistem os puzzles, ajudar o pessoal a cumprir suas tarefas enquanto eles ficam olhando pra você sem mover um dedo. Ah, você pode jogar com a Minie também, não que mude alguma coisa.

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Faxineira? Diarista? Pra quê, chama o Mickey!

AS super variadas tarefas consistem em arrumar umas poções empurrando elas; tirar pó de uns quadros (jogo da memória); achar livros flutuantes; consertar um vazamento de água escolhendo a ferramenta correta. Cumprir uma dessas tarefas vale ganhar um item que não te serve de nada até ajudar todo mundo, quando então você deve revisitar cada um e entregar um dos itens que ganhou – o que significa que a ultima tarefe é ser mensageiro desses caras que não saem do lugar nem pra devolver as coisas que emprestaram dos vizinhos!  

Está faltando um? Claro! A cada item devolvido você ganha em troca um feijão mágico, e de posse de todos é só plantar pra surgir um pé de feijão (lógico, de tomate que não seria) gigante, que leva às nuvens onde um gigante está dormindo e o ronco dele provoca terremotos no reino. O jeito é acorda-lo resolvendo um ultimo quebra cabeça montando a figura de um despertador.

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O ameaçador chefe final…

Moral da história: Todo mundo desse reino é preguiçoso e só pensa em si mesmo dependendo do pobre camundongo pra salvar a pele deles. O pior de tudo, é que tecnicamente é um jogo para criancinhas – por isso é tão curto. DE fato, apesar de eu ter odiado o game, este e semelhantes como Mickey’s Safari in Letterland ou Mickey’s Adventures in Playtown não podem ser considerados ruins porque foram feitos pra pessoas de 3 a 5 anos de idade.

Mas claro que não custava nada deixar essa informação estampada na caixa do jogo, bem grande. Crianças de mais 20 anos também curtem jogos do Mickey, afinal…

Em tempo, o jogo saiu pra tudo que é console como o Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e Master System. Alguns até dizem que este seria o ultimo lançamento do 8-Bit da Sega, mas não devem estar contando as joias da Tec Toy – imagino.

    mickey's ultimate challenge (2)  

Até o game boy entrou na dança!

Mas é isso pessoal! Não curtiu o jogo? Já o conhecia e também odiava? Ou vai dizer que adora, é o melhor do mundo e sou eu que não sei de nada? Aí só falando pra eu saber, né? Então não se esqueçam de comentar aí que senão semana que vem eu falo sobre Safari em Letterland, viram?

Eu sou o Becker e o compra meu livro aqui que é muito maneiro! Por hoje e só e até!

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TURTLES IN TIME!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Tartarugas Ninjas! E hoje em dia está fácil a vida de quem curte os heróis, pois tem série nova na TV e até filme novo estreando em breve. Mas e quanto aos videogames? Também tem um monte, dos quais muitos nem cheguei a conhecer mas nem precisava porque já tinha conhecido o melhor deles! Vamos dar uma olhada nele então?

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Turtle Power!

Não poderia ser outro senão o célebre (Teenage Mutant Ninja Turtles IV) Turtles in Time! Neste caso, a versão do Super Nintendo. Como ninguém tem obrigação de ter jogado – tem sim – não custa nada explicar: Aqui você controla um dos quatro heróis do desenho animado e saí por aí espancando os robôs, ninjas e monstros do mal. E cada tartaruga tem sua arma que afeta a jogabilidade.

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Porrada!

Precisa de alguma história pra justificar? Pois tem, os vilões roubam a estátua da liberdade e você tem de regatá-la e sem mais nem menos é mandado para o passado e é mais ou menos isso. Credo, é tão importante assim o roubo de um monumento? Se fosse eu o Destruidor podia ficar com a estátua gigante pra ele e tava tudo uma beleza

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Direto do fliper!

Assim como era mania na época de lançamento, o game tratasse de uma conversão do original dos fliperamas. Aí já viu: A parte gráfica e sonora é inferior e sempre tem coisa que ficam de fora na versão console, certo? Quase, porque apesar de tecnicamente tudo isso ser verdade a conversão é bem superior à original em muitos aspectos!

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Chefe exclusivo!

Primeiramente, agora as tartarugas têm cores diferentes pra gente não ficar confundindo elas na hora da luta. Muito pouco? Então coloca aí uma fase nova e mais cinco chefes inéditos! Note-se que o chefe final é diferente. E se tudo isso não é o bastante ainda tem o novo comando de arremessar os inimigos em direção à tela, o que já acontecia aleatoriamente no arcade e aqui é exigência para vencer um chefe.

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Remake…

Claro, no fliperama dá pra jogar com quatro pessoas ao mesmo tempo, é tudo mais bonito, cheio de explosões enormes (tudo explode nesse jogo), e com uma musica de abertura super maneira e tal, mas para mim a versão do Super é muito mais maneira! De toda forma nas duas versões o que não falta são os personagens com o mesmo traço do show da TV, e isso é muito maneiro.

E não vamos esquecer que Turtles in Time ainda teve um remake para 360 e PS3, até que muito bem feito e bonito… Mas baseado no arcade e sem o monte de adições divertidas do querido Super. Não que seja um game ruim, mas podia ser bem melhor.

Então é isso aí! Eu curti muito relembrar deste game e espero que todo mundo também tenha se divertido. E não se esqueçam de deixar um comentário aí senão a pizza que recupera energia explode!

Eu sou o Becker e… compra meu livro no link aqui! Por hoje e só e até!

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SUPER BOMBERMAN 3!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Bomberman! Nossa, quanto tempo que eu não jogo um game dessa série… Tem tantos, mas tantos pra escolher, talvez exceto os mais recentes que de alguma forma, talvez preconceito, não me desperta muito interesse. De toda forma eu senti certa saudade de um em especial, vamos dar uma olhada do porque disso?

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Cangurus!!!

Caso alguém não conheça o personagem e/ou a sua trajetória saibam então que o heróizinho passou por tudo que é aparelho antigo e ainda vive aparecendo de vez em quando, ainda que com menos importância do que antigamente. E, logicamente, teve que ter umas versões do jogo pro nintendinho e por consequência pro Super Nintendo – justificando o nome Super Bomberman. O primeiro é maneiro, o segundo ainda mais maneiro – todo mundo conhece ele – e o terceiro… Nostálgico?

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Mas o segundo era tão bonito…

Acontece, meus amigos, que o segundo jogo do Super era lindo! Mas sei lá porque razão o terceiro ficou bem mais simples, em termos de gráficos. Aliás, ficou parecendo com os jogos anteriores do PC Engine e do Mega Drive: Feio. E a feiura do jogo durou por mais umas cinco sequencias! Claro, logo a gente (eu) se acostumou como estilo e acha normal e até estranho ver um que seja diferente.

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Ó que feiura!

Caso alguém ainda não saiba o jogo tratasse basicamente de uma arena onde o herói deve explodir tudo pela frente, e tudo vai tentar matar ele, e eventualmente vai ter um chefe mais capacitado para explodir o herói. É uma explicação besta, mas é mais ou menos isso aí, ok?

Já no começo dessa aventura vemos durante o filminho de abertura que o vilão idiota dá uma passada no ferro velho e recolhe a sucata do que restou dos chefes do jogo anterior, restaurando eles e mandando-os dominar o planta/galáxia/estação espacial/alguma coisa assim. Cabe ao bomberman (branco) e ao player 2 (preto) impedir o vilão. Para tanto durante as fases tem-se que detonar ou evitar os inimigos que te matam num só toque, explodir uns totens que abrem a porta para próxima fase e coletar muitos power-ups pra ficar mais poderoso e morrer com uma das suas próprias bombas mal colocadas…

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Boss…

Ah, mas esse jogo veio com uma inovação: Os cangurus que te ajudam! Como todo jogo explodir o cenário é essencial pra achar power-ups, e eventualmente vai aparecer um ovo de onde nasce o canguru. Alguns pulam, outros chutam bombas, outros correm, cada habilidade é definida pela cor do bichinho. E não custa dizer que , só porque os chefes são do jogo anterior que significa que é amis do mesmo, afinal, na hora da briga eles encarnam num robozão raposa/tartaruga/vulcão e por assim vai a fim de te destruir. Óbvio comentar que no confronto do chefe é preciso estar cheio de power-ups e que morrer na batalha significa voltar bem fraquinho e quase sem chance de vencê-lo.

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Last boss! Usando megazord de chefes…

Por alguma razão esse foi o bomberman que mais demorei pra chegar ao final. A fortaleza do final é cruel, difícil e lotada de inimigos que precisam de um trilhão de acertos pra morrem, demorou tanto pra eu conseguir chegar ao chefe que quando finalmente o venci jurei nunca mais enfrentar essa jogo. Pode ser que tenha aí uma pitada de eu não saber jogar direito, mas nas minhas memórias o treco é difícil pra camba!

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Escolha seu personagem…

Finalmente, se salvar o mundo explodindo robôs não é a sua, ainda tem o modo battle pra detonar os com seus amigos! Desta vez com vários personagens pra escolher! Todo mundo adora o modo battle e deve ser por isso que as aventuras do heróis estão decadentes e só saem edições focadas nas arenas…

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E exploda com todos!

Por hoje chega de bomberman, pessoal… Se não conheceram o jogo não deixem de dar uma olhada, que é vem maneiro. E não se esqueçam de deixar um comentário aí que senão você vai soltar uma bomba na hora errada e ficar preso entre paredes e ela, viram?

Eu sou o Becker e o acho que vou dar uma chance pro bomberman do psp! Por hoje e só e até!