Arquivo da tag: Gameboy Color

GODZILLA!

 Godzilla (1)

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Godzilla! Vocês sabem, o monstro japonês que sai por aí destruindo Tóquio… E às vezes os Estados Unidos também. É vi recentemente o último filme americano e por isso estou falando dele… De toda forma, por causa do filme, eu me lembrei de um jogo do qual já tinha esquecido totalmente! E qual poderia ser o resultado disso? Vamos ver agora!

Godzilla (2)

Godzilla, só que não…

Olha só que filmão! Aquele outro filme do Godzilla que de godzilla tem muita pouca coisa! Pesadelo de muitos fãs do bichão e de qualidade duvidosa, a aventura do monstro deu grana o suficiente pra gerar uma animação que até que era aceitável… E o resultado disso foi um jogo baseado no desenho!

 Godzilla (1)

Atire em tudo!

Na verdade, eu acabei conhecendo o título por ser um dos primeiros do Game Boy Color e é o que tinha de disponível na locadora. E como eu não tinha nada contra o show, porque não dar uma chance? Com vocês, Godzilla The Series!

Mas que jogo meia boca, viu? Nele, você controla o Zilla Junior – que na época se chamava Godzilla mesmo – e sai por aí socando, dando golpes coma cauda e, obviamente, cuspindo um treco radioativo ou algo assim nos muitos inimigos que aparecem na tela! O monstro é gigantesco e ocupa quase toda tela do portátil, de modo que não pode se desviar de nada que fica se jogando na cara dele a todo instante. Felizmente existe a opção de defender, e a energia do herói se recupera aos poucos quando não está detonando inimigos.

 Godzilla (1)

Lame Boss.

Tudo muito lindo até aí, mas então vêm os defeitos: Zilla Jr. é super lento, ao contrário do desenho da TV. A musica só não é uma desgraça porque praticamente não existe e só faz presença durante os chefes. Pelo menos é uma aventura curta deve ter meia dúzia de fases e olha lá.

Mas acho que muita gente deve ter comprado o game, porque teve até sequencia, Godzilla Monster Wars. Que era praticamente a mesma coisa com uma ou outra melhoria. Eu me diverti muito mais quando conheci outro game do Godzilla, desta vez japonês.

 Godzilla (3)

Quê?!

E não, não era aquele com o Godzilla SD fofinho sokoban empurrando pedra, era outro!

Godzilla (4)

Gojiiraaaaa!!!

Agora sim! Kaiju-oh Gojira rules! Mas espera aí… É quase a mesma coisa que os jogos do Zilla Jr, só que em preto e branco!

 Godzilla (5)

Sai daqui, prédio!

Não temam, pois as diferenças apesar de pequenas fazem do título um game muito melhor: Godzilla pode arrebentar os prédios que estão no caminho e de veem quando até aparece um power up dos escombros pra recuperar sua energia, e apesar de enorme o rei dos monstros pode se mover um pouquinho pela tela pra tentar desviar dos inimigos. São só cinco fases mas cada uma delas tem pelo menos cinco inimigos conhecidos do lagartão, de Batra a Jet Jaguar!

Godzilla (6)

Epic Boss!

Claro, a quantidade de chefes tem muito mais graça quando se conhece eles, mas mesmo não os conhecendo ainda são bichões muito mais amedrontadores/carismáticos que aqueles que apareceram nas aventuras norte-americanas do Zilla!

Mas hoje está acabando.  Não se divertiram lembrando dos filmes do rei dos monstros? O quê, nem sabia que existia jogos com a personagem? Mas isso tem de dúzias, dá pra escolher! De toda forma, não esqueçam aí de deixar um comentário que senão o Zilla ganha mais um filme pra aparecer comendo peixe… E afinal só assim eu saberei se falei alguma besteira, ok?

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Godzilla aprova!

Anúncios

WARIO LAND II!

Image

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Gameboy! Adoro, aliás, e tenho um monte de versões das quais eu pouco ou mal falei por aqui até agora – portanto chegou a hora de mudar isso e vamos abordar um pouco do sucessor do portátil: O glorioso Gameboy color!!! E nada mais justo que escolher um dos primeiros jogos lançados pra analisar, certo? Então vamos dar uma olhada agora mesmo!

 Image

Capinha japonesa, que eu nem conhecia!

O Gameboy Color era do futuro! Que nada, o Game Gear já tinha cores faz tempo, mas eu nem nunca tinha visto um desses quando o portátil colorido da Nintendo saiu. Mas se a tecnologia não era assim tão revolucionária pelo menos os jogos prometidos me seduziam de monte, de forma que… Na verdade eu não tinha grana pra comprar um e continuei jogando o antigo por um tempo. Que triste, né? Mas a Nintendo era a boazinha e quando lançou Super Wario Land 2 fez um cartucho que funcionava tanto no novo colorido quanto no antigo em forma de tijolo – e investi meu dinheirinho suado no jogo e fui feliz ainda que tecnicamente atrasado na tecnologia!

ImageVai lá, Wario!

O herói vocês já devem conhecer: A cópia do Mal do Super Mario, que na verdade ficou mais ganancioso do que do mal com o passar do tempo… Que nem o Tio Patinhas, mas isso não tem nada a ver com o assunto. Pois o gordo bigodudo já tinha um jogo bem divertido no gameboy e a sequencia veio pra revolucionar o herói e torna-lo praticamente invencível. Literalmente!

 Image

Vida de herói é fogo…

Wario é virtualmente invulnerável. Ele não tem barra de energia, nem vidas, e o jogo não tem game over porque simplesmente não morre. E aí é que está a genialidade do jogo: Os vários tipos de inimigos da aventura, apesar de não causar danos (normalmente tonteiam), causam status nem sempre desejásseis – inchar como um balão, virar uma boal de fogo, ficar amassado como um papel e por aí vai. E a diversão é o fato de você usar estes status pra explorar e avançar nas fases que não permitem progressão a menos que você esteja carregando um destes poderes temporários. Claro, alguns status na verdade te atrapalham e impedem de prosseguir e o jeito é desviar a todo custo dos inimigos neste caso.

Image Chefão no gameboy classic!

 Nos momentos em que não tiver nenhum inimigo especial no caminho o jeito é contar com uma ombrada nos obstáculos pela frente, incluindo os chefes! Estes, como não podem matar você, te jogam pra fora da tela e você tem que fazer um pedaço da fase de volta até a sala onde o bicho se encontra. Falando em chefes, não custa nada mencionar que aqui quem atazana a vida de Wario é nada menos que a Capitã Syrup e seus piratas. Piratas são legais, mas quando são mulheres usam um robô na batalha final são mais legais ainda!

 Image

Megazord de pirata é assim, ué…

Lembram quando eu disse que se podia explorar as fases? Pois algumas tem mais de uma saída, oque leva a fases e chefes extras, possibilitando uns quatro finais diferentes. O jogo tem vários segredos, por exemplo já na primeira fase, onde Wario está dormindo enquanto os piratas assaltam o castelo dele: Basta não encostar no controle que o do bigode não acorda e a história segue por outro caminho .

Image Acorda aí!

Não vamos nos esquecer: O jogo rodava lindamente no Super Gameboy – cartucho que a gente ligava no Super Nintendo pra ver o jogo do portátil na tv – tinha uma moldura super maneira senão a mais legal que já vi nesse sistema!

Pois é, gente, acabou…  E então, todos conheciam esse jogo maneiro? Pois a sequencia também é bem divertida, pena que logo Wario voltou a ser mortal e vulnerável e perdeu um pouco da graça…. Mas não deixem de dar uma olha no jogo e nem se esqueçam de comentar aí que senão o cozinheiro pirata te deixa balofo, viram?

 Eu sou o Becker e passei o feriado jogando Wario Land 4! Por hoje e só e até!

Image