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SNOOPY’S SILLY SPORTS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Páscoa? Como assim já, ainda ontem era natal… De toda forma eu estou enrolando porque não preparei nada especial para esta data. Então vamos falar de algo super aleatório, que tal Snoopy? Tão bom quanto qualquer coisa, imagino…. Mas vamos deixando de embromação e dar uma olhada no jogo, certo?

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Você não foi chamado pro game, Charlie Brow.

Ainda que eu curta muito as tirinhas do Charlie Brow e sua turma, confesso que nunc a tinha jogado algum game do Snoopy. E devem existir vários, tem até no Atari! Mas por um acaso do destino acabei conhecendo justo um jogo de esportes com o cachorro feliz!

Ok, Snoopy’s Silly Sports Spetacular (do Nintendinho 8-bits) não tem nada de espetacular e está mais para uma versão água com açúcar de Track & Field. Tratasse de algumas provas “olímpicas” onde é necessário atingir uma pontuação mínima para passar para a próxima até ganhar umas merecidas medalhas por ficar apertando botões.

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Ó o parente do Snoopy aí!

Claro, o maior atrativo do game é mesmo a mascote que estrela o título, toda cheia de simpatia. Muito divertido inclusive que a cada prova aparece um desenho bem maneiro ilustrando a competição. Pena que o jogo é bem limitado e só aparecem três personagens: Snoopy, o primo do Snoopy que esqueci o nome como player 2/rival e o passarinho Woodstock fazendo às vezes de juiz.

Opa, já ia esquecendo-se de descrever as provas, que tem tudo a ver com olimpíadas: Arremesso de botas, Equilíbrio de pizzas; Derrubar o oponente do barco; Corrida do saco; Pular o rio com uma vara e; Pula-pula. Nada muito sensato, mas até que divertido, tudo acontecendo em cenários variados todos situados na Itália. Sim, bem pouquinha coisa, mas para os padrões da época era o que tinha.

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Dieta balanceada!

E isso é tudo o que há para dizer do game certo? Não claro que não, porque no Japão o game é um pouco diferente…!

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Quack!

Pois é! Antes de ir para o Ocidente o game foi lançado no Famicon como Donald Duck… O jogo em si é exatamente o mesmo, e exceto ter alguns patos – Donald, Margarida e algum sobrinho que não sei qual – como protagonistas. Talvez a única diferença além disso seja mesmo o idioma, que não atrapalha em nada que já não existe história alguma em nenhuma das versões.

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Dejavu!

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Dejavu 2!

O quê? Não curte nem Pato Donald nem Snoopy? Sem problemas meu amigo, por que…

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O original!

Ta-ram!!! Eis o game original de verdade, Alternative World Sports, do Commodore 64 e seus amigos computadores da época! Os personagens são mais simplórios e sem mascotes fofas, mas os cenários são bem mais complexos e ainda há duas provas (tipo pau-de-sebo e outro que não entendi direito subir paredes correndo)…

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Olha, também tem cachorro na competição aqui!

Quanta diversão, hein, gente? Aposto que pelo menos um desses games você não conhecia, mas eu estiver errado parabéns aí, que eu fiquei sabendo dessas coisas meio que recentemente. Então não se esqueçam de deixar um comentário aí que senão na próxima é o Asterix que vai ter jogo de olimpíada, ok? Ah e, e boa páscoa aí, pessoal!

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! O Snoopy compraria se cachorros comprassem livros…

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GODZILLA!

 Godzilla (1)

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Godzilla! Vocês sabem, o monstro japonês que sai por aí destruindo Tóquio… E às vezes os Estados Unidos também. É vi recentemente o último filme americano e por isso estou falando dele… De toda forma, por causa do filme, eu me lembrei de um jogo do qual já tinha esquecido totalmente! E qual poderia ser o resultado disso? Vamos ver agora!

Godzilla (2)

Godzilla, só que não…

Olha só que filmão! Aquele outro filme do Godzilla que de godzilla tem muita pouca coisa! Pesadelo de muitos fãs do bichão e de qualidade duvidosa, a aventura do monstro deu grana o suficiente pra gerar uma animação que até que era aceitável… E o resultado disso foi um jogo baseado no desenho!

 Godzilla (1)

Atire em tudo!

Na verdade, eu acabei conhecendo o título por ser um dos primeiros do Game Boy Color e é o que tinha de disponível na locadora. E como eu não tinha nada contra o show, porque não dar uma chance? Com vocês, Godzilla The Series!

Mas que jogo meia boca, viu? Nele, você controla o Zilla Junior – que na época se chamava Godzilla mesmo – e sai por aí socando, dando golpes coma cauda e, obviamente, cuspindo um treco radioativo ou algo assim nos muitos inimigos que aparecem na tela! O monstro é gigantesco e ocupa quase toda tela do portátil, de modo que não pode se desviar de nada que fica se jogando na cara dele a todo instante. Felizmente existe a opção de defender, e a energia do herói se recupera aos poucos quando não está detonando inimigos.

 Godzilla (1)

Lame Boss.

Tudo muito lindo até aí, mas então vêm os defeitos: Zilla Jr. é super lento, ao contrário do desenho da TV. A musica só não é uma desgraça porque praticamente não existe e só faz presença durante os chefes. Pelo menos é uma aventura curta deve ter meia dúzia de fases e olha lá.

Mas acho que muita gente deve ter comprado o game, porque teve até sequencia, Godzilla Monster Wars. Que era praticamente a mesma coisa com uma ou outra melhoria. Eu me diverti muito mais quando conheci outro game do Godzilla, desta vez japonês.

 Godzilla (3)

Quê?!

E não, não era aquele com o Godzilla SD fofinho sokoban empurrando pedra, era outro!

Godzilla (4)

Gojiiraaaaa!!!

Agora sim! Kaiju-oh Gojira rules! Mas espera aí… É quase a mesma coisa que os jogos do Zilla Jr, só que em preto e branco!

 Godzilla (5)

Sai daqui, prédio!

Não temam, pois as diferenças apesar de pequenas fazem do título um game muito melhor: Godzilla pode arrebentar os prédios que estão no caminho e de veem quando até aparece um power up dos escombros pra recuperar sua energia, e apesar de enorme o rei dos monstros pode se mover um pouquinho pela tela pra tentar desviar dos inimigos. São só cinco fases mas cada uma delas tem pelo menos cinco inimigos conhecidos do lagartão, de Batra a Jet Jaguar!

Godzilla (6)

Epic Boss!

Claro, a quantidade de chefes tem muito mais graça quando se conhece eles, mas mesmo não os conhecendo ainda são bichões muito mais amedrontadores/carismáticos que aqueles que apareceram nas aventuras norte-americanas do Zilla!

Mas hoje está acabando.  Não se divertiram lembrando dos filmes do rei dos monstros? O quê, nem sabia que existia jogos com a personagem? Mas isso tem de dúzias, dá pra escolher! De toda forma, não esqueçam aí de deixar um comentário que senão o Zilla ganha mais um filme pra aparecer comendo peixe… E afinal só assim eu saberei se falei alguma besteira, ok?

 Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Godzilla aprova!

GO GO ACKMAN!

  GoGoAckman (1)

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Deixar as coisas pra depois? Não, mas vivo fazendo. E uma das pendências que eu tinha foi finalmente acabar de ler um gibi japonês que eu curto, mas que só tinha lido a metade demorou um século pra ir atrás do resto. E o que diabos isso tem a ver com videogame? Acontece que conheci essa história através de um game e… Vamos dar uma conferida aí, oras!

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Vai, Dragon Ba…

Conhece Go Go Ackman? Já apareceu aqui no Brasil em uma coletânea do desenhista de Dragon Ball, e eu achei muito maneiro quando isso aconteceu pois eu já conhecia o carinha lá do Super Nintendo japonês. Pois bem, o game tratasse de uma aventura de plataforma, onde o nosso (demônio) herói Trunks Ackman deve derrotar os vários inimigos pela frente e coletar suas almas que valem grana. No caminho dele estará sempre o Kuririn Tenshi, um anjo nervoso sempre pronto pra derrotar o inimigo mas sempre sem êxito.

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Detonando todo mundo!

A primeira coisa que chama a atenção na aventura é mesmo o traço das personagens, todos fiéis à arte de Dragon Ball Akira Toriyama. E, para quem acompanhou pelo menos metade da curta série do gibi é especialmente gratificante pois várias figurinhas marcam presença no game também. E não entendam mal, quem não conhece também vai curtir porque aqui é tudo simpático e até porque metade do que vai aparecer é novidade que literalmente não estava no gibi!

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Dragon Ball Boss!

Há quem diga que a jogabilidade do título lembre Mega Man, e eu não sei de onde tiraram essa ideia. Grande parte do tempo você utiliza apenas os punhos pra se defender, ainda que haja power ups como espada, revolver, bumerangue e indispensáveis bombas. De resto, o negócio é sempre seguir em frente pulando um ou outro precipício de vez em quando.

Opa, mas é claro: A aventura está cheia de chefes, sendo que cada fase tem um subchefe que normalmente é um conhecido do mangá. As batalhas não são as mais épicas do mundo, mas os chefes – lobisomem, monstro da lagoa, dragão, etc. – são grandes e carismáticos. E claro, o ultimo chefe é um robô e eu sou a ultima pessoa do mundo que pode reclamar disso.

GoGoAckman (3)

Last Boss!

Apesar de ser um jogo relativamente simples, daqueles que a gente zera numa tarde e só joga de novo se tiver muito amor por ele, é uma experiência muito divertida. E ainda rendeu duas continuações, a primeira onde uma banda de rock angelical são os inimigos e ainda o meu preferido Go Go Ackman 3 onde o demônio e o anjo são fugitivos e ficam presos um ao outro por meio de uma algema e precisam vencer os inimigos cooperativamente!


 Mas é isso por hoje. Perdoem qualquer besteira que eu possa ter dito por que afinal eu entendo é de jogo antigo e não muito de gibi japonês. E vejam aí se não se esquecem de deixar um comentário que senão vai rolar mais personagem de Dragon Ball nos próximos jogos, ok?

Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! Por que sim, eu acho…

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CLAYFIGHTERS 63 1/3!

Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Natal! Porque daí é feriado e sobra tempo pra colocar alguma novidade por aqui! He, até parece! De toda forma, nada mais conveniente nesta data do que a gente lembrar de algum game natalino, certo? Mas tem tão poucos… O jeito é falar de algum que, apesar de não ter o natal como temática principal ainda tem alguma referência à data, ok? Vamos ver no que é que dá então!

 Clayfighters (2)

Só para N(quase)64!

Lembram-se de Clayfighters? Nem conheceu? Pois tratasse de um jogo maneiro de luta onde as personagens são feitas de massinha! A série teve três jogos, sem contar as versões championship ou directors cut da vida sendo a terceira no célebre Nintendo 64 – por isso o nome Clayfighters 63 1/3, já que tudo no nesse console tinha 64 no título…

Além dos personagens com aparência de massinha, o jogo carrega um clima de humor duvidoso: Com certeza não é sério, mas nem sempre consegue ser engraçado. Está mais para besta mesmo, não que isso seja um defeito necessariamente.

 Clayfighters (1)

Muito massa…

Como todo jogo de luta, o esquema é sair na porrada contra seus oponentes. Aqui não rola nada de original até onde percebi, o que não significa que não role coisas divertidas, mesmo que já tenham aparecido em outros jogos do estilo. A estratégia para vencer é utilizar vários combos – Combo de menininha! Combo Meia Boca! Combo Idiota! – e encher suas três barrinhas de especial para habilitar um super combo… Tem também fatalities claytalities, que quase sempre consistem em cortar o oponente ao meio ou esmaga-lo, e muito sangue muita massinha voando quando o oponente é surrado, nada disso muito engraçado. Pelo menos os golpes das personagens sim são divertidos, de acordo com a personalidade de cada um deles.

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The Snowman!

E quem são estes lutadores? Desta vez temos o coelho-cyborg-Schwarzenegger; o homem puxa-puxa; a geleca verde; o fantasma com cabeça-de-abóbora e por assim vai… Alguns destes já apareceram anteriormente na série, enquanto boa parte é nova, mas a estrela do game continua sendo o boneco de neve do mal Bad Mr. Frosty!

Viram só que tinha alguma coisa natalina no jogo? Tá bom que tecnicamente tem mais a ver com neve do que com natal, mas desde o primeiro game o protagonista tem a meta de recuperar o reinado do Polo Norte pois foi expulso de lá pelo dono do pedaço, um tal de Noel.

Mas ei, se estas personagens não te agradam, ainda tem as participações de Earthworm Jim e Boogerman, celebridades de outras séries da empresa que produziu o jogo! Ah, é, e ainda tem finalmente a participação de ninguém mais ninguém menos que o arqui-inimigo do boneco de neve!

 Clayfighters (1)

Que diabo é isso?

Sumo Santa, o Noel Sumô! Mais gordo e sem roupa do que nunca, o maligno (?!) velhinho pretende dominar o mundo e coisa e tal, derrotando qualquer um que estiver no seu caminho… Como o cara está meio acima do peso, metade dos seus golpes são barrigadas enquanto os outros consistem em bengalas doces ou caixas de presente. Logicamente a arena dele é sua oficina, mais dark e sem cor do que nunca.

E isso lá é coisa que se faça com o Natal, gente? Mas não se desesperem, por ainda há esperanças para o game.

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Só na Blockbuster…

Ta-ram: Clayfighters 63 1/3 Sculptor’s Cut! A edição melhorada, com abertura cantada e personagens que foram planejados mas ficaram de fora na versão anterior. E era exclusividade da (Vídeo Locadora)       Blockbuster, só existia para locação – e hoje é uma raridade caríssima.

Opa, mas esta edição, além das melhoras, ainda mudou a história de algumas personagens: O protagonista de neve deixou de ser mal e agora, regenerado, luta bem apesar de ainda ter desavenças com o Noel… Já este, o Noel Sumô, perdeu a parte maligna também e só tem como objetivo cumprir sua meta anual de brinquedos para felicidade das crianças do mundo!

Ok, obviamente tratasse de uma estratégia para vender melhor o game, mas de toda forma é algo muito bonito, a redenção das personagens que estavam no caminho errado e ainda com o clima natalino!

 Clayfighters (3)

Do bem, mas ainda odiando um ao outro…

Então é isso, pessoal Não deixem de conferir o game nem que seja por causa da dublagem que conta com estrelas de peso como os dubladores americanos do Homer Simpson, Scooby-Doo e Ursinho Pooh, sem falar do apresentador das lutas que é o máximo! No mais, divirtam-se bastante nas festas de fim de ano e quem puder deixa aí um comentário como presente de natal pra mim, que eu acho que mereço não custa nada e nem precisa embrulhar, viram?

Eu sou o Becker e Bom Natal para todos! Por hoje e só e até!

Clayfighters (3)

WARIO LAND II!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Gameboy! Adoro, aliás, e tenho um monte de versões das quais eu pouco ou mal falei por aqui até agora – portanto chegou a hora de mudar isso e vamos abordar um pouco do sucessor do portátil: O glorioso Gameboy color!!! E nada mais justo que escolher um dos primeiros jogos lançados pra analisar, certo? Então vamos dar uma olhada agora mesmo!

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Capinha japonesa, que eu nem conhecia!

O Gameboy Color era do futuro! Que nada, o Game Gear já tinha cores faz tempo, mas eu nem nunca tinha visto um desses quando o portátil colorido da Nintendo saiu. Mas se a tecnologia não era assim tão revolucionária pelo menos os jogos prometidos me seduziam de monte, de forma que… Na verdade eu não tinha grana pra comprar um e continuei jogando o antigo por um tempo. Que triste, né? Mas a Nintendo era a boazinha e quando lançou Super Wario Land 2 fez um cartucho que funcionava tanto no novo colorido quanto no antigo em forma de tijolo – e investi meu dinheirinho suado no jogo e fui feliz ainda que tecnicamente atrasado na tecnologia!

ImageVai lá, Wario!

O herói vocês já devem conhecer: A cópia do Mal do Super Mario, que na verdade ficou mais ganancioso do que do mal com o passar do tempo… Que nem o Tio Patinhas, mas isso não tem nada a ver com o assunto. Pois o gordo bigodudo já tinha um jogo bem divertido no gameboy e a sequencia veio pra revolucionar o herói e torna-lo praticamente invencível. Literalmente!

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Vida de herói é fogo…

Wario é virtualmente invulnerável. Ele não tem barra de energia, nem vidas, e o jogo não tem game over porque simplesmente não morre. E aí é que está a genialidade do jogo: Os vários tipos de inimigos da aventura, apesar de não causar danos (normalmente tonteiam), causam status nem sempre desejásseis – inchar como um balão, virar uma boal de fogo, ficar amassado como um papel e por aí vai. E a diversão é o fato de você usar estes status pra explorar e avançar nas fases que não permitem progressão a menos que você esteja carregando um destes poderes temporários. Claro, alguns status na verdade te atrapalham e impedem de prosseguir e o jeito é desviar a todo custo dos inimigos neste caso.

Image Chefão no gameboy classic!

 Nos momentos em que não tiver nenhum inimigo especial no caminho o jeito é contar com uma ombrada nos obstáculos pela frente, incluindo os chefes! Estes, como não podem matar você, te jogam pra fora da tela e você tem que fazer um pedaço da fase de volta até a sala onde o bicho se encontra. Falando em chefes, não custa nada mencionar que aqui quem atazana a vida de Wario é nada menos que a Capitã Syrup e seus piratas. Piratas são legais, mas quando são mulheres usam um robô na batalha final são mais legais ainda!

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Megazord de pirata é assim, ué…

Lembram quando eu disse que se podia explorar as fases? Pois algumas tem mais de uma saída, oque leva a fases e chefes extras, possibilitando uns quatro finais diferentes. O jogo tem vários segredos, por exemplo já na primeira fase, onde Wario está dormindo enquanto os piratas assaltam o castelo dele: Basta não encostar no controle que o do bigode não acorda e a história segue por outro caminho .

Image Acorda aí!

Não vamos nos esquecer: O jogo rodava lindamente no Super Gameboy – cartucho que a gente ligava no Super Nintendo pra ver o jogo do portátil na tv – tinha uma moldura super maneira senão a mais legal que já vi nesse sistema!

Pois é, gente, acabou…  E então, todos conheciam esse jogo maneiro? Pois a sequencia também é bem divertida, pena que logo Wario voltou a ser mortal e vulnerável e perdeu um pouco da graça…. Mas não deixem de dar uma olha no jogo e nem se esqueçam de comentar aí que senão o cozinheiro pirata te deixa balofo, viram?

 Eu sou o Becker e passei o feriado jogando Wario Land 4! Por hoje e só e até!

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