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MAGIC BOY!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Locadoras! Daquelas que tem games pra alugar, preferencialmente! E uma coisa maneira destes estabelecimentos são os pôsteres dos jogos que ficam lá enfeitando! Tá bom que nem tudo que é bonito no papel é igual no videogame, mas as gravuras normalmente são super maneiras. Vamos falar então de um jogo que eu conheci só por causa do pôster da locadora? Vamos sim!

magic boy (2)Abracadabra?

Magic Boy, claro! Vai dizer que não conhece… Eu via na locadora todo dia! Jogar é outra história e só fiz isso recentemente. Pois bem, aqui você controla um gordinho (bem mais bonito no poster que no game em si) que é um garoto mágico, mas diferente de um Harry Potter da vida aqui o herói pode fazer muita pouca coisa com sua varinha mágica – de fato, só consegue quebrar alguns blocos e tontear inimigos. Aliás, cada uma das fases consiste em derrotar todos os monstrinhos que ficam zanzando felizes pela tela. E mesmo quando se quebra certos blocos e aparece um power-up esse só torna mais fácil tontear os inimigos.

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Pega o monstro!

Peraí: Mas e dá pra derrotar eles com aquela varinha inútil? Dá sim, pois o garoto tem um… Saco de pano como arma secundária! Basta chegar perto do inimigo atordoado que ele é capturado! Mas não fique muito feliz que não é que nem Pokémon, as criaturas deste jogo acordam em poucos segundos, saem do saco e te tiram uma vida… O jeito é jogar o bicho antes, que ele vai cair para morte gritando. Juro que me parece um gato miando, mas pode ser só impressão minha.

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Choose your destiny…

Além disso, tudo ainda é preciso ficar atento com os perigos dos cenários, como blocos de gelo pra lá de escorregadios e molas que te empurram bem na cara dos inimigos. E não vamos nos esquecer do perigo mais mortal de toda história dos videogames antigos: Água! E qualquer pocinha à toa tira uma vida do seu herói impiedosamente… Será o Magic Boy parente do Cascão?

Finalmente, o game a cada mundo temático pode-se escolher as fases na ordem que você quiser, há alguns blocos de bônus nas fases que dão um maior desafio (só dão pontos como prêmio, sacanagem!) e gráficos até que bonitos. E aí acabam as coisas boas… A musica não tem tecnicamente nada de errado, mas é somente uma por mundo e na terceira fase eu já não aguentava mais ouvir nenhuma delas.

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O original!

Opa, vale dizer que o game é originário do Amiga, e ainda que tal versão tenha gráficos e musicas mais simplificadas ainda assim é maneirinho. Se você curte ficar ensacando monstros por aí, claro.

Mas já tá no fim, pessoal… Curtiram conhecer o game do gordinho feliz? Oras, se não foi assim vocês tem que me falar., né? Por isso não se esquecem de deixar um comentário aí que senão você tropeça e caí na poça d’água!

Eu sou o Becker e comprem meu livro aqui! É mágico!

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MICKEY’S ULTIMATE CHALLENGE!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Puzzles! Nada como um bom quebra-cabeça pra… Resfriar a cabeça. Hoje em dia tem sempre um Professor Layton disponível para se divertir, mas nem sempre foi assim. Claro, tem sempre os clássicos como Tetris e tal, mas variar um pouco é maneiro. Então hoje vamos falar de nada menos que um jogo de puzzle do Mickey Mouse! Quer saber por quê? Dá uma olhada a seguir!

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Ultimate mesmo, será?

Olhem só: Não se trata só de um game qualquer do camundongo, mas é o Ultimate Challenge! Pelo menos foi isso que o título da capa me prometeu, e não acho que os fabricantes iam ganhar muita coisa me enganando, né? De qualquer maneira, realmente se trata de um game com vários quebra-cabeças e… Espera aí que tem coisa errada nessa história! Ultimate Challenge o nariz do Mickey mouse!

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Um dos puzzles…

Que vários puzzles o quê! Tem meia dúzia e olha lá! Quem se importa com os 500 puzzles do Layton quando se tem o Mickey e seus seis… Nossa, isso me deixou extremamente revoltado a primeira (única) vez que aluguei o cartucho. Mas não vou mentir que, até eu descobrir que só tinha aquele pouquinho de conteúdo até que divertiu um pouco. Depois disso nunca mais quis ver o cartucho na minha frente, claro.

Como funciona o jogo? Tem o menor castelo do mundo, com somente cinco salas e cada uma delas tem um amigo super egoísta do Mickey – porque o reino está com problemas e em vez do pessoal resolver as coisas ficam pedindo pro herói fazer o trabalho deles. E basicamente é nisso que consistem os puzzles, ajudar o pessoal a cumprir suas tarefas enquanto eles ficam olhando pra você sem mover um dedo. Ah, você pode jogar com a Minie também, não que mude alguma coisa.

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Faxineira? Diarista? Pra quê, chama o Mickey!

AS super variadas tarefas consistem em arrumar umas poções empurrando elas; tirar pó de uns quadros (jogo da memória); achar livros flutuantes; consertar um vazamento de água escolhendo a ferramenta correta. Cumprir uma dessas tarefas vale ganhar um item que não te serve de nada até ajudar todo mundo, quando então você deve revisitar cada um e entregar um dos itens que ganhou – o que significa que a ultima tarefe é ser mensageiro desses caras que não saem do lugar nem pra devolver as coisas que emprestaram dos vizinhos!  

Está faltando um? Claro! A cada item devolvido você ganha em troca um feijão mágico, e de posse de todos é só plantar pra surgir um pé de feijão (lógico, de tomate que não seria) gigante, que leva às nuvens onde um gigante está dormindo e o ronco dele provoca terremotos no reino. O jeito é acorda-lo resolvendo um ultimo quebra cabeça montando a figura de um despertador.

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O ameaçador chefe final…

Moral da história: Todo mundo desse reino é preguiçoso e só pensa em si mesmo dependendo do pobre camundongo pra salvar a pele deles. O pior de tudo, é que tecnicamente é um jogo para criancinhas – por isso é tão curto. DE fato, apesar de eu ter odiado o game, este e semelhantes como Mickey’s Safari in Letterland ou Mickey’s Adventures in Playtown não podem ser considerados ruins porque foram feitos pra pessoas de 3 a 5 anos de idade.

Mas claro que não custava nada deixar essa informação estampada na caixa do jogo, bem grande. Crianças de mais 20 anos também curtem jogos do Mickey, afinal…

Em tempo, o jogo saiu pra tudo que é console como o Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e Master System. Alguns até dizem que este seria o ultimo lançamento do 8-Bit da Sega, mas não devem estar contando as joias da Tec Toy – imagino.

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Até o game boy entrou na dança!

Mas é isso pessoal! Não curtiu o jogo? Já o conhecia e também odiava? Ou vai dizer que adora, é o melhor do mundo e sou eu que não sei de nada? Aí só falando pra eu saber, né? Então não se esqueçam de comentar aí que senão semana que vem eu falo sobre Safari em Letterland, viram?

Eu sou o Becker e o compra meu livro aqui que é muito maneiro! Por hoje e só e até!

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TURTLES IN TIME!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Tartarugas Ninjas! E hoje em dia está fácil a vida de quem curte os heróis, pois tem série nova na TV e até filme novo estreando em breve. Mas e quanto aos videogames? Também tem um monte, dos quais muitos nem cheguei a conhecer mas nem precisava porque já tinha conhecido o melhor deles! Vamos dar uma olhada nele então?

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Turtle Power!

Não poderia ser outro senão o célebre (Teenage Mutant Ninja Turtles IV) Turtles in Time! Neste caso, a versão do Super Nintendo. Como ninguém tem obrigação de ter jogado – tem sim – não custa nada explicar: Aqui você controla um dos quatro heróis do desenho animado e saí por aí espancando os robôs, ninjas e monstros do mal. E cada tartaruga tem sua arma que afeta a jogabilidade.

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Porrada!

Precisa de alguma história pra justificar? Pois tem, os vilões roubam a estátua da liberdade e você tem de regatá-la e sem mais nem menos é mandado para o passado e é mais ou menos isso. Credo, é tão importante assim o roubo de um monumento? Se fosse eu o Destruidor podia ficar com a estátua gigante pra ele e tava tudo uma beleza

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Direto do fliper!

Assim como era mania na época de lançamento, o game tratasse de uma conversão do original dos fliperamas. Aí já viu: A parte gráfica e sonora é inferior e sempre tem coisa que ficam de fora na versão console, certo? Quase, porque apesar de tecnicamente tudo isso ser verdade a conversão é bem superior à original em muitos aspectos!

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Chefe exclusivo!

Primeiramente, agora as tartarugas têm cores diferentes pra gente não ficar confundindo elas na hora da luta. Muito pouco? Então coloca aí uma fase nova e mais cinco chefes inéditos! Note-se que o chefe final é diferente. E se tudo isso não é o bastante ainda tem o novo comando de arremessar os inimigos em direção à tela, o que já acontecia aleatoriamente no arcade e aqui é exigência para vencer um chefe.

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Remake…

Claro, no fliperama dá pra jogar com quatro pessoas ao mesmo tempo, é tudo mais bonito, cheio de explosões enormes (tudo explode nesse jogo), e com uma musica de abertura super maneira e tal, mas para mim a versão do Super é muito mais maneira! De toda forma nas duas versões o que não falta são os personagens com o mesmo traço do show da TV, e isso é muito maneiro.

E não vamos esquecer que Turtles in Time ainda teve um remake para 360 e PS3, até que muito bem feito e bonito… Mas baseado no arcade e sem o monte de adições divertidas do querido Super. Não que seja um game ruim, mas podia ser bem melhor.

Então é isso aí! Eu curti muito relembrar deste game e espero que todo mundo também tenha se divertido. E não se esqueçam de deixar um comentário aí senão a pizza que recupera energia explode!

Eu sou o Becker e… compra meu livro no link aqui! Por hoje e só e até!

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THE KING OF DRAGONS!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de…  Vídeo games antigos! Mas vejam bem que isso não impede de eu me divertir com jogos novos também… E claro que sempre rola comparação com os velhos. Não que os novos sejam melhores ou piores, mas aquela sensação de “eu já vi isso” – como quando conheci Assassins Creed e lembrei foi de Alladin do Mega Drive. De toda forma, vamos ver um jogo do qual eu lembrei esses dias que deve ser maneiro. Vamos lá.

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Pôster maneiro de fliperama!

Sendo fã de jogo em 2D estava me divertindo horrores no Dragons Crown e depois de levar muita bordoada dos dragões de lá rolou a lembrança de que eu também levava sova dos bichos em The King of Dragons! Aliás, não me lembro de nenhum dragão facinho que não complique minha vida mas não vem ao caso.

Cortesia da Capcom, a aventura do Arcade é o básico jogo de porradaria beat’em up só que medieval. Novidade nenhuma, a mesma empresa já tinha lançado Knigths of The Round anteriormente que era parecido mas menos fantasioso, sem tudo isso de ogros, goblins e feiticeiros.

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Mas nenhuma heroinazinha?

Sabendo da ambientação, resta conhecer os heróis disponíveis! O Guerreiro, O Mago, o Clérigo, o Anão e o Elfo. Note-se que todas as personagens são do gênero masculino, oque não me agrada mas é o que tinha pra ontem. Logicamente – mas nem sempre respeitado – cada uma das opções carrega vantagens e fraquezas, como o Clérigo tendo defesa alta mas sendo lento.

Em tempo, rola uma daquelas estorinhas mais bobas do mundo do tipo o Dragão do mal fez malvadeza e vai dominar o reino senão o mundo e mora lá longe só pra gente enfrentar uma dúzia de monstros lendários no caminho. Bobo, mas eu curto!

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Diversão em triplo!

Já que a aventura esta assim em clima de RPG, porque não o sistema de aumentar de nível? Pois tem, minha gente! No caminho tem vários baús cheios de grana, armadilhas e armamentos, e coletar estes faz quem sua espada/escudo/cajado suba um nível ficando mais forte. “Becker idiota, isso não é subir de nível” você tá falando aí mas tecnicamente não menti… Além do que acontece que os personagens também sobem de nível à medida que batem nos bichos. E o que é melhor, o nível vem automaticamente, não precisa ter que vencer o chefe antes como é comum por aí!

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Chefe final!

Falando em chefes… Tem um monte! Um monte mesmo! Só não tanto quanto as fases, umas 16 ou 18. Com tudo de fases, sempre rola o esquema chefe repetido de cor diferente mas tudo bem pra mim… Opa, mas não vá pensando que a aventura é imensa porque é até curta – as fases são curtíssimas!

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O Super marcando presença!

Não viu o jogo no árcade e tá com preguiça de buscar emulador ou ver no youtube? Pois em 1992 não tinham essas opções e o jeito era… Jogar a versão do Super Nintendo, êêê! Só aqui a coisa é mais embaixo: Enquanto o fliperama queria toda sua grana em fichas o cartucho coloca um limite de continues pra você ter zerar o jogo na raça. Por sorte, escondido nuns baús tem três yashichis (tipo um cata-vento frequente nos jogos antigos da Capcom) que te dão um continue a mais. Que pão-durice! Até nos jogadores economizaram, que no original pode ser até três simultâneos e em casa só pode dois.

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Viu? Com uma garota no lugar o final seria bem mais legal pra mim….

Pra finalizar, basta dizer que o jogo é divertido horrores, tanto o original como a versão caseira – que tem as animações de fundo simplificadas, como a falta da chuva de moedas durante os ataques do chefe final. Hoje pode não causar impacto pela simplicidade, já  que não tem sistema de combos e outras modernices, mas ei: Quando eu mato uma wivern hoje em dia eu tenho consciência que já fazia isso muitos anos atrás em The King of Dragons!

Mas então acabou, pessoal!  Quando estiverem a fim de uma fantasia medieval que seja curtinha esse jogo é minha recomendação. Em troca da informação, não se esqueçam de comentar aí que senão ao invés de dar item o baú explode quando você abre, viram?

Eu sou o Becker e ainda vou platinar Dragons Crown! Por hoje e só e até!

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SUPER BOMBERMAN 3!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Bomberman! Nossa, quanto tempo que eu não jogo um game dessa série… Tem tantos, mas tantos pra escolher, talvez exceto os mais recentes que de alguma forma, talvez preconceito, não me desperta muito interesse. De toda forma eu senti certa saudade de um em especial, vamos dar uma olhada do porque disso?

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Cangurus!!!

Caso alguém não conheça o personagem e/ou a sua trajetória saibam então que o heróizinho passou por tudo que é aparelho antigo e ainda vive aparecendo de vez em quando, ainda que com menos importância do que antigamente. E, logicamente, teve que ter umas versões do jogo pro nintendinho e por consequência pro Super Nintendo – justificando o nome Super Bomberman. O primeiro é maneiro, o segundo ainda mais maneiro – todo mundo conhece ele – e o terceiro… Nostálgico?

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Mas o segundo era tão bonito…

Acontece, meus amigos, que o segundo jogo do Super era lindo! Mas sei lá porque razão o terceiro ficou bem mais simples, em termos de gráficos. Aliás, ficou parecendo com os jogos anteriores do PC Engine e do Mega Drive: Feio. E a feiura do jogo durou por mais umas cinco sequencias! Claro, logo a gente (eu) se acostumou como estilo e acha normal e até estranho ver um que seja diferente.

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Ó que feiura!

Caso alguém ainda não saiba o jogo tratasse basicamente de uma arena onde o herói deve explodir tudo pela frente, e tudo vai tentar matar ele, e eventualmente vai ter um chefe mais capacitado para explodir o herói. É uma explicação besta, mas é mais ou menos isso aí, ok?

Já no começo dessa aventura vemos durante o filminho de abertura que o vilão idiota dá uma passada no ferro velho e recolhe a sucata do que restou dos chefes do jogo anterior, restaurando eles e mandando-os dominar o planta/galáxia/estação espacial/alguma coisa assim. Cabe ao bomberman (branco) e ao player 2 (preto) impedir o vilão. Para tanto durante as fases tem-se que detonar ou evitar os inimigos que te matam num só toque, explodir uns totens que abrem a porta para próxima fase e coletar muitos power-ups pra ficar mais poderoso e morrer com uma das suas próprias bombas mal colocadas…

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Boss…

Ah, mas esse jogo veio com uma inovação: Os cangurus que te ajudam! Como todo jogo explodir o cenário é essencial pra achar power-ups, e eventualmente vai aparecer um ovo de onde nasce o canguru. Alguns pulam, outros chutam bombas, outros correm, cada habilidade é definida pela cor do bichinho. E não custa dizer que , só porque os chefes são do jogo anterior que significa que é amis do mesmo, afinal, na hora da briga eles encarnam num robozão raposa/tartaruga/vulcão e por assim vai a fim de te destruir. Óbvio comentar que no confronto do chefe é preciso estar cheio de power-ups e que morrer na batalha significa voltar bem fraquinho e quase sem chance de vencê-lo.

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Last boss! Usando megazord de chefes…

Por alguma razão esse foi o bomberman que mais demorei pra chegar ao final. A fortaleza do final é cruel, difícil e lotada de inimigos que precisam de um trilhão de acertos pra morrem, demorou tanto pra eu conseguir chegar ao chefe que quando finalmente o venci jurei nunca mais enfrentar essa jogo. Pode ser que tenha aí uma pitada de eu não saber jogar direito, mas nas minhas memórias o treco é difícil pra camba!

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Escolha seu personagem…

Finalmente, se salvar o mundo explodindo robôs não é a sua, ainda tem o modo battle pra detonar os com seus amigos! Desta vez com vários personagens pra escolher! Todo mundo adora o modo battle e deve ser por isso que as aventuras do heróis estão decadentes e só saem edições focadas nas arenas…

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E exploda com todos!

Por hoje chega de bomberman, pessoal… Se não conheceram o jogo não deixem de dar uma olhada, que é vem maneiro. E não se esqueçam de deixar um comentário aí que senão você vai soltar uma bomba na hora errada e ficar preso entre paredes e ela, viram?

Eu sou o Becker e o acho que vou dar uma chance pro bomberman do psp! Por hoje e só e até!

E.V.O.!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… RPG? Acho que hoje em dia nem tanto, e se parar pra pensar eu nem joguei muitos, acho. A verdade é que me irrita muito o conceito de ficar parado apanhando dos inimigos, que nem metade dos rpgs que tem por aí! De toda forma eu estava lembrando de um jogo maneiro que apesar de ter um monte de qualidades do gênero se parecia mais com um adventure da vida, apesar de obrigar você a ficar horas subindo de nível pra poder prosseguir… Será que é maneiro mesmo? Vamos descobrir agora!

EVO (1)

Ah, diz aí: A capa é legal pra caramba!

Lá no começo do Super Nintendo (japonês) foi lançado um treco chamado 46 okunen monogatari se- lá-das-quantas-que-eu-nunca-lembro-o-nome mas lembro que o significa soa épico: Uma História de 4,6 Bilhões de Anos! Claro que eu não sabia disso na época, aliás, fui conhecer o jogo mais de dez anos depois do lançamento. Por pura conveniência da língua eu joguei a versão ocidental: E.V.O Search For Eden.

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Já a capinha japonesa era mais podrinha…

E do que se trata a história do jogo? Algo como o Sol ter criado os planetas e a vida na Terra, deixando a filha dele cuidando da gente… Aí por alguma razão ela escolhe o jogador como protegido e caso ele sobreviva a evolução das espécies terá o direito de casar com ela. Bestice a parte a tal deusa é sua guia, que a cada fase te premia e joga conversa fora apresentando a nova fase na qual você tem que sobreviver. Peraí, e no que consistem as fases? Pura e simples sobrevivência! Você começa como um peixinho besta que só faz nadar e morder, e o jeito é nadar e morder os outros bichinhos do mar ganhando assim pontos de experiência evolução pra criar chifres, couraças, garras e por assim vai de modo a poder avançar nas fases enfrentando monstros mais fortes.

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Vida de lambari é dureza!

Logicamente no fim dos “mundos” vai ter uma monstrão (normalmente uma conhecida espécie extinta) que vai te desafiar ou tentar te matar e o jeito e acabar com a raça dele. Fazendo isso você passa para outro cenário onde as condições e exigências evolutivas são diferentes e novamente há a necessidade de se adaptar até se tornar o mais apto do pedaço. Se no começo as opções de upgrade eram poucas no segundo mundo aparece mais um monte, como cauda com espinhos, pescoço longo, etc. e tal. Quando se faz muito necessário há uma evolução forçada – de aquático para terrestre, por exemplo – e de vez em quando nas fases há itens que valem vários pontos de evolução.

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Que diabos de bicho é esse no dinossauro?

Como já deve ter dado pra notar o visual do bicho/herói é extremamente customizado… Pessoalmente te passei quase todo o jogo numa forma rinocerontica, pesado e lento, mas as possibilidades permitiam um animal veloz com baixa defesa ou ainda um meio termo. Só diversão. Conforme a evolução prossegue a gente encontra todo tipo de absurdo, provavelmente após a era dos dinossauros. Pois aí começam a aparecer yetis, homens lagarto alados, sereias e por vai.

De vez em quando a gente encontra um chefe mais racional que te oferece parceria, tipo: “Vamos dominar a Terra juntos!”… Claro que isso nem sempre dá certo – Faça parceria com o T-Rex e você vai acabar no museu – e as suas decisões influem nas evoluções possíveis e no final do jogo

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Um dos muitos chefes agora extintos!

Para finalizar, não custa dizer que a era final é a do surgimento do homem, evolução que eu nunca habilitei. Vencendo o last boss você prova para sua guia que no jogo da sobrevivência do mais apto não tem mais ninguém e pode finalmente ser o parceiro dela. E só levou bilhões de anos, hein?!

Há, mas claro que não acabou: Acontece que, tecnicamente, essa é a segunda versão do jogo! Anos antes havia a versão PC 46 Okunen Monogatari The Shinka Ron (Teoria da Evolução). Aqui, o clima de RPG era bem mais pesado, com batalhas tipo Dragon Quest. As evoluções não ofereciam tantas opções, você podia gastar seus pontos em status como inteligência força e etc. resultando na sua nova forma. Ainda, nesse jogo há um clima mais educativo, mais sério, sem bichinhos fofos e mais evolucionariamente correto. Pelo menos é que dizem por aí, né?

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O original me impressionou mais…

É isso aí, pessoal… Aposto que você aprenderam alguma coisa nova hoje, certo? Então  lembrem-se aí de comentar que senão vem o metero e extingue os dinossauros, viram?

Eu sou o Becker e ainda estou a fim é de jogar Super Robot Taisen! Por hoje e só e até!

MICKEY NO TOKYO DISNEY DAIBOUKEN!

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Opa, Eu sou o Becker e gosto de… Mickey Mouse! He, eu já tinha falado disso da ultima vez, então pra que esperar? Tá bom que vocês deviam estar esperando que eu falasse de um Castle of Ilusion, ou um Circus-qualquer-coisa-da-capcom – quem sabe até um Mickeymania que eu tanto adoro, mas o negócio aqui é mais embaixo e faço questão de mostrar jogos que (acho) que nenhum de você conhecem! Agora que já entenderam a situação, Vamos lá!

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Todo mundo tão feliz…

O game de hoje tem um nome “facinho” de lembrar: Mickey no Tokyo Disneyland Daibouken! E qualquer um com conhecimento básico de japonês sabe que isso é a Aventura do Mickey na Disneylândia de Tóquio! Ei, eu nem sabia que tinha Disneylândia lá até conhecer o jogo!

Bem, já deu pra perceber onde se passa a aventura do Super Nintendo. Super Famicom aliás, que o jogo nunca teve versão ocidental. Nosso herói “camundongoso” se aventura pelo parque encontrando seus amigos que devem ter se perdido no caminho. A história do jogo eu só posso imaginar, que eu nem tentei ler o que eles conversavam, mas ao fim de cada fase tem um chefe a ser vencido e depois disso a gente encontra um dos amigos.

Ei, eles não deveriam estar todos trabalhando lá, já que é a Disneylândia?

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Todos seus amigos juntos!

Já no começo do jogo você ganha sua arma para prosseguir no jogo… Lembra-se de Super. Mario Sunshine (treco nas costas que espirra água), ou Luigi’s Mansion (aspirador preso nas costas)? Pois o muitos anos antes o Mickey Mouse utilizava um equipamento que tinha as duas funções. Quase. Aqui a máquina serve mesmo é pra encher balões, os azuis com água e os laranjas com ar.

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Ei, aqui é o Piratas do Caribe que eu sei!

Explicando melhor: O balão de água pode ser atirado nos inimigos – e nem precisa arremessar, basta ficar segurando e correr pra cima do oponente que faz o mesmo dano! E não é só, o balão da agua ainda pode ser colocado no chão pra ativar botões e ainda ser usado pra dar um impulso nos saltos pulando em cima dele! Que versátil!

Mas o balão laranja também é super útil, já que te permite voar por algum tempo… E ainda soltar o ar dele pra disparar pelo ar!

ImageFly me to the moon…

Como se o seu equipamento já não fizesse um monte de coisa o ratinho ainda pode correr e nadar – desde que não gaste toda barra de oxigênio que surge quando ele mergulhe. Claro, os balões também têm suas barras para limitar o voo e o intervalo de tempo entre os atraques do balão de agua. Pessoalmente, achei a jogabilidade do jogo a coisa mais interessante, ainda que tecnicamente o chamariz talvez fosse os cenários do jogo que remetem ao parque que eu não conheço mais da metade, só reconheci o Piratas do Caribe e a Mansão Mal Assombrada.

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Tem mapinha…

Como acho que já falei tudo que sei sobre o jogo não custa dizer que o chefe das fase é sempre o Bafo-de –Onça fantasiado conforme o tema da fase. É isso aí, vilão cosplay é oque há! Ademais, o jogo é bem bonito, bem desenhadinho e bastante divertido.

Image Last boss!

Gostaram aí? Alguém já conhecia? Duvido! Que máximo, continuem assim!

Por hoje finalizou, gente…Como sempre, tentem deixar um comentário aí que senão o balão de água estoura na sua cara, ok?  

Eu sou o Becker e o próximo desafio é um jogo que sempre me recusei a jogar! Por hoje e só e até!